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Revista de la ciencia del suelo y nutrición vegetal

On-line version ISSN 0718-2791

R.C. Suelo Nutr. Veg. vol.9 no.1 Temuco  2009

http://dx.doi.org/10.4067/S0718-27912009000100001 

RC.Suelo Nutr. Veg. 9 (1) 2009 (1-13) J. Soil Sc. Plant Nutr. 9 (1) 2009 (1-13)

 

CURVA DE CRESCIMENTO E MARCHA DE ABSORÇÃO DE MACRONUTRIENTES EM TRÊS CULTIVARES DE AMOREIRA (Morus alba L)

Growth curve and macronutrient uptake in three berries (Morus alba L) cultivars

 

Vale, Diego Wyllyam do1; Prado, Renato de Mello2; Gondim, Ancélio Ricardo Oliveira1; Takahashi, Roque3; Correia, Marcus Andre Ribeiro1

1 Programa de Pós-Graduação em Agronomía. Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, Universidade Estadual Paulista. Brasil.
2 Departamento de Solos e Adubos, Faculdade de Ciências Agrarias e Veterinarias, Universidade Estadual Paulista, Via de Acesso Professor Paulo Donato Castellane, s/n°, 14884-900, Jaboticabal, São Paulo - Brasil. Correio eletrónico: rmprado@fcav.unesp.br
3 Departamento de Zootecnia, Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, Universidade Estadual Paulista. Brasil.


ABSTRACT

To evaluate the growth and pattern of nutrient absorption (N, P, K, Ca, Mg and S amongst others) in three berry cultivars (treatments), four plants by treatment in different phonological stages were harvested. The experiment was arranged in randomized design of factorial 3x5 with three replicates. There cultivars were used FM Shima-Miura, IZ 56/4 and Miura and above ground biomass was harvested in five occasions 45, 60, 75, 90 and 115 days after plantation. It was observed that the accumulation of nutrients presented different pattern and cv. IZ 56/4 was superior compared with PM Shima-Miura for N, P, K, Ca, Mg and S and N, P, K and S for Miura. For example, the accumulation of N expressed on mg plant"1 per berry plant cultivar PM Shima-miura, IZ 56/4 and Miura was respectively 4,21; 8,14 and 5,56, for K 2,71; 5,22 and 2,64 and for Ca 2,47; 4,52 and 3,59.

Keywords: mineral nutrition, uptake rate, nutritional requirements, Morus alba L.


RESUMO

Com objetivo de avahar o crescimento e a marcha de absorção de nutrientes (N, P, K, Ca, Mg e S) em três cultivares de amoreira (tratamentos), colheu-se quatro plantas por tratamento, em diferentes estadios fenológicos. O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado, em esquema fatorial 3x5 em 3 repeticSes. As cultivares usadas foram 'FM Shima-Miura', TZ 56/4' e 'Miura' e estabelecido cinco épocas de colheita da biomassa 45; 60; 75; 90 e 115 dias após a cepa. Observou-se que o acumulo de nutrientes apresentou comportamento diferente e a cv. IZ 56/4 foi superior comparado com às cv. PM Shima-Miura para N, P, K, Ca, Mg e S e Miura para N, P, K e S. Por exemplo, o acumulo de N em mg por planta-1 planta de amoreira das cultivares PM Shima-miura, IZ 56/4 e Miura foi respectivamente 4,21; 8,14 e 5,56. Para o K 2,71; 5,22 e 2,64. Para o Ca 2,47; 4,52 e 3,59.

Palavras-chave: nutrição mineral, acumulo de nutrientes, exigência nutritional, Morus alba L.


INTRODUÇÃO

A amoreira tern sido utilizada principalmente na alimentação do bicho-da-seda, embora existam pesquisas apontando esta planta como alternativa para produção de feno. É urna planta perene, bastante rústica e possui vida útil de aproximadamente de 20 anos. São plantas de fácil cultivo e bom desenvolvimento, inclusive em condições adversas. Em Estado de São Paulo, a fase vegetativa da amoreira ocorre de agosto a maio (Tinoco e Almeida, 1992), com urna producáo media de 4 kg de folhas planta-1, em tres colheitas anuais (Hanada e Watanabe, 1986). Com um teor proteico de aproximadamente 20% na massa seca, por estas características esta planta se apresenta como importante fonte de alimento para diversos animáis.

A faixa mais adequada de temperatura para o crescimento da amoreira é de 24 a 28°C. A precipitação pluvial variando de 600 a 2500 mm, regularmente distribuida por todas as estações de crescimento favorecendo o desenvolvimento da amoreira (Fonseca e Fonseca, 1986).

Alguns fatores influenciam grandemente a criação do bicho-da-seda, e sem dúvida os que mais interferem s&..3227o aqueles relacionados com a amoreira. Entre eles a variedade de amoreira bem como a nutrição, são fatores determinantes na produção de massa verde, no desenvolvimento do inseto e na produção dos casulos (Bellizzi et al., 2001).

A quantidade e qualidade das folhas produzidas pelos cultivares de amoreira são de suma importância no crescimento das lagartas de bicho-da-seda, refletindo diretamente na produtividade e na constituição físico-química do fio de seda produzido pelos insetos (Juliatto, 1985; Tinoco e Almeida, 1992). Todavía não existem trabalhos abordando o estado e a marcha de absorção de nutrientes pela amoreira, dados este que poderiam contribuir e justificar a escolha de determinada cultivar por disponibilizar um alimento de maior qualidade nutricional.

É sabido que para se escolher determinada cultivar deve-se observar dois aspectos muito importantes: a produção de folhas e sua qualidade nutricional. Todavía, ocorrem freqüentes variações nos teores de nutrientes encontrados ñas folhas, pois são influenciados por diversos fatores, como a época do ano (com diferentes condições climáticas), a idade da folha (Campos et al., 1980; Takahashi, 1996), a variedade de amoreira (Fonseca et al., 1987) e os tipos de poda (Satoh et al, 1977).

As proteínas e as fibras brutas são constituintes bioquímicos que influenciam o valor nutritivo das folhas dos vegetáis. A proteína através de seus aminoácidos tem papel fundamental nos processos metabólicos, sendo limitantes para o crescimento de microorganismos (Scriber e Slansky Jr., 1981). O fornecimento de folhas ao bicho-da-seda com altos níveis de proteína e baixos teores em fibra proporciona melhor desenvolvimento das larvas e maior produção de casulos de seda (Ito e Kobayashi, 1978; Ullal e Narasimhanna, 1987; Li e Sang, 1984). Cerca de 70% da proteína do fio de seda, produzido pelo bicho-da-seda, provém da folha de amoreira (Hanada e Watanabe, 1986), portante éde se esperar que urna planta com bom teor de N, aprésente boa quantidade de proteína e consequentemente será mais adequada para alimentação dos animáis.

Objetivou-se neste trabalho avaliar o crescimento e a marcha de absorção de nutrientes em três cultivares de amoreira.

MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi realizado no setor de Sericicultura da FCAV/UNESP, Jaboticabal - SP (575 m de altitude, latitude de 21°'15'22"S, longitude48°18'58"0), coma amoreira, cultivada em um Latossolo Vermelho-Escuro eutrófico, textura argilosa, relevo suave ondulado. A análise química de solo revelou os seguintes valores: pH (CaCl2) 5,5; P 8 mg dm-3; K 3,1 mmolc dm-3; Ca 12 mmolc dm-3; Mg 5,0 mmolc dm-3;CTC66,l;V45%. O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado, com esquema fatorial 3x5, sendo três cultivares 'FM Shima-Miura', 'IZ 56/4' e 'Miura' e cinco épocas de cultivo aos 45; 60; 75; 90 e 115 dias após a cepa. Em cada época de cultivo, foram amostradas quatro plantas por tratamento, cortadas 5 cm ácima do nivel do solo.

As amoreiras foram cultivadas em espacamento de 3,0 x 0,6m, com emprego de tratos culturáis baseados nas recomendações técnicas de Takahashi (1996), inclusive a poda em cepo. Imediatamente após cada colheita, separou-se a parte aérea em folhas (limbo e pecíolo) e caule. Posteriormente estes materiais foram lavados em agua deionizada e secos em estufa com circulacação forçada de ar,à temperatura de 65 a 70°C, até atingir massa constante. Quantificou-se a massa seca da folha e do caule. Em seguida, determinou-se o teor de macronutrientes e de micronutrientes da parte aérea, seguindo a metodología descrita por Bataglia et al. (1983). A partir do teor de nutrientes e da massa seca, calculou-se o acumulo de macronutrientes e micronutrientes na parte aérea da amoreira. Com base nos dados obtidos, foi realizada análise de variância (teste F) para comparaçãoo entre as cultivares e épocas de cultivos de amoreira.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

a) Crescimento de três cultivares de amoreira

Na análise de variância foram identificados efeitos significativos de cultivares (C) e dias após cepa (DC) para todas as características avaliadas e da interação para número de folhas e massa seca do caule, indicando que as cultivares e a época de cultivo influenciaram o comportamento destas características da planta ao longo do ciclo. (Quadro 1).

A massa seca foliar apresentou comportamento linear e crescente após os dias de cepa ñas três cultivares, destacándose a cultivar PM Shima-miura que apresentou maior massa seca foliar de 169 g em relação às cultivares Miura com 133 g e IZ 56/4 com 115 g aos 115 dias após a cepa (Figura 1a).

Observou-se crescimento linear na massa seca do caule para as três cultivares estudadas, sendo a cultivar PM Shima-miura, a que apresentou maior incremento de massa seca do caule, com 215 g, bem superior as outras cultivares, com 146 g para Miura e para 84 g para IZ 56/4 aos 115 dias após a cepa (Figura 1b). Na massa seca total houve aumento linear e crescente, sendo a cultivar PM Shima-miura apresentando maior producáo, com 384 g, esta sendo superior em 28% a cultivar Miura e 48% para IZ 56/4 (Figura 1c).

Com relação ao número de folhas, observou-se comportamento linear e crescente para as três cultivares estudadas, a cultivar PM Shima-miura apresentou maior número de folhas até os 45 dias após a cepa, no entanto, a partir dos 63 dias de cultivo, a cultivar Miura sobressaiu em número de folhas comparado com a cultivar PM Shima-miura chegando a valores de 306 folhas (Figura 1d).

A produção de massa seca do caule aos 115 dias após cepa acumulou 56,42 e 49% da massa seca total ñas cultivares estudadas, PM Shima-miura, IZ 56/4 e Miura, respectivamente (Figura 1c). Estes resultados demonstram que o caule é a principal fonte de assimilados responsável pela massa seca da planta, exceto para as cultivares IZ 56/4 e Miura que apresentaram 58 e 51% da massa seca da folha. Resultados semelhantes para estas cultivares foram encontrados em outras espécies por Franco e Prado (2006) em goiabeira e Silveira et al. (2003) em eucalipto, que verificaram a maior contribuição das folhas no acumulo de massa seca. Eposti e Siqueira (2004) verificaram contribuição semelhante das folhas e dos caules no acumulo de massa seca em porta-enxerto de limoeiro cleópatra.

Nicoloso etal. (2001) em cultivo de mudas de grápia também observaram crescimento linear da massa seca do caule e total, evidenciando os resultados obtidos no presente trabalho. Silva etal. (2001), com mudas de maracujazeiro e Meló etal. (2005) com mudas de umbuzeiro, encontraram resultados semelhantes para estas variáveis.

b) Absorção e acumulo de nutrientes em três cultivares de amoreira

O acumulo de macronutrientes pelas cultivares corresponde à necessidade total de nutrientes pela cultura de amoreira, de forma que houve diferença significativa para a interação cultivares (C) e dias após cepa (DC) (Quadro 2), sendo que a cv. PM Shima-miura, aos 115 dias após a cepa, apresentou maior teor na planta inteira que as cv. IZ 56/4 para N, P, K, Ca e Mg e Miura para N, P, K, Ca e S (Quadro 4). No entanto, o acumulo apresentou comportamento diferente verificando que a cv. IZ 56/4 sobressaiu em relação as cv. PM Shima-miura para N, P, K, Ca, Mg e S e Miura para N, P, K, Ca e S (Quadro 6). O acumulo de micronutrientes pelas cultivares corresponde a necessidade total de nutrientes pela cultura de amoreira, de forma que houve diferenca significativa para a interação cultivares (C) e dias após cepa (DC) (Quadro 3). As plantas de amoreira apresentaram comportamento de micronutrientes semelhantes aos macronutrientes de forma que a cv. PM Shima-miura, aos 115 dias após a cepa, apresentou maior teor na planta inteira que as cv. IZ 56/4 para B, Fe e Zn e Miura para Fe, Mn e Zn (Quadro 5). A cultivar Miura apresentou teor de Cu maior que as demais cultivares. No entanto, o acumulo apresentou comportamento diferente verificando que a cv. PM Shima-miura acumulou mais Fe em relação as demais cultivares. A cv. IZ 56/4 sobressaiu em relação as cv. PM Shima-miura para B, Mn e Zn e cv. Miura para Mn e Zn. A cv. Miura sobressaiu em relação as cv. PM Shima-miura para B e Cu e cv. IZ 56/4 para Cu (Quadro 7).









Quadro 6: Acumulo de macronutrientes sobre os efeitos de épocas de cultivo (dias) ñas tres cultivares de amoreira.
Table 6: Accumulation of macronutrients as function of cropping after cutting in tree cultivars of berry plants.

Medias com a mesma letra minúsculas na coluna ou maiúscula na linha, nao diferem entre si pelo teste de Tukey (p<0,05).

O teor de macro e micronutrientes na planta inteira, na cv. IZ 56/4, diminuiu gradativamente com o aumento da idade da planta para N, P, Mg, B, Cu, Fe, Mn e Zn. Para as demais cultivares, os teores oscilaram em relação idade da planta. O N apresentou-se em maior concentração, seguido de K, Ca, Mg, S e P para as cultivares PM Shima-miura e IZ 56/4 aos 115 dias após a cepa. No entanto, a cultivar Miura, apresentou sequncia diferente no teor dos macronutrientes: N, Ca, K, Mg, S e P.

A amoreira acumulou 0,26; 0,46 e 0,27 g de P por planta, aos 115 dias após a cepa para PM Shima-miura, IZ 56/4 e Miura, respectivamente. Dechen et al. (1973), trabalhando com amoreira cv. Calabresa, observaram acumulo de 1,6 g de P por planta ao 120 dias, no entanto, estas diferenças se deyem ao genotipo.

É interessante ressaltar, a pequeña quantidade de P extraído pela amoreira. É difícil correlacionar-se o estado nutricional da amoreira, com a necessidade alimentar do bicho da seda (Bombyx mori). Buck (1953) apresenta a quantidade de alguns elementos encontrados no sangue do bicho da seda, assim, em g L-1 de sangue, o Mg apresenta-se com 1,2; Ca 1,7; K 1,5 e P 0,9. Por estes dados, nota-se, a elevada exigencia do bicho da seda em Ca, Mg e pequeña em P.

Acrescenta-se, ainda, que as mudas de amoreira da cv. PM Shima Miura e IZ 56/4 resultaram em acumulo dos macronutrientes na seguinte quantidade: 4,21 e 8,14; 2,71 e 5,22; 2,48 e 4,52; 0,58 e 0,80; 0,28 e 0,52; 0,26 e 0,46 g por planta para N, K, Ca, Mg, S e P, respectivamente e Miura resultou em 5,56; 3,59; 2,64; 0,87; 0,34 e 0,27 g por planta para N, Ca, K, Mg, S e P (Quadro 6).

O acumulo de micronutrientes nas mudas de amoreira das cv. IZ 56/4 e Miura resultaram em acumulo na seguinte quantidade: 35,96 e 23,79; 17,06 e 17,84; 9,91 e 9,06; 3,87 e 3,22; 0,46 e 1,25 mg por planta para Mn, Fe, B, Zn e Cu, respectivamente e PM Shima-miura resultou em 29,84; 18,93; 5,72; 2,44 e 0,28 mg por planta para Fe, Mn, B, Zn e Cu (Quadro 7). De maneira geral, a quantidade de N, P, K, Ca, Mg e S estão abaixo da quantidade encontrada por Dechen et al. (1973), (N=22,l; P=l,6; K=18,5; Ca=13,3; Mg=3,5; S=l ,2 g por planta). Estas diferenças podem ser explicadas pela diferença de material genético utilizado e ao tempo de cultivo. De acordó com Marschner (1995) os parâmetros cinéticos de absorçãoo dos nutrientes têm influência genética e estão relacionadas às características morfológicas e fisiológicas da planta.

A extraçãoo dos micronutrientes, de modo geral, foi pequeña com exceçãoo do B, Fe e Mn que foram absorvidos em maiores quantidades. A partir dos 75 dias após a cepa, a amoreira apresentou maior acumulo ñas cultivares estudada (Quadro 7).

Do total de nutrientes absorvidos aos 115 dias, a cv. IZ 56/4 apresentou maior incremento em relaçãoo às cv. PM Shima-miura e Miura para: N=93 e 46%; P=77 e 70%; K=93 e 98%; Ca=82 e 26%; S=86 e 53%; B=73 e 1%; Mn=90 e 51% e Zn=59 e 20%, enquanto a cv. Miura apresentou maior incremento em relacáo ás cv. PM Shima-miura e IZ 56/4 para: Mg=50 e 1%; Cu=346 e 172, a cv. PM Shima-miura apresentou maior incremento em relaçãoo às cv. IZ 56/4 e Miura apenas para Fe=75 e 67% (Quadro 6).

CONCLUSÕES

Houve um acumulo linear de massa seca das três cultivares de amoreira com tempo de cultivo.

Observou-se que o acumulo de nutrientes apresentou comportamento diferente verificando que a cv. IZ 56/4 sobressaiu em relacáo ás cv. PM Shima Miura para N, P, K, Ca, Mg e S e Miura para N, P, K e S. O acumulo de nutrientes pelas plantas de amoreira das cultivares PM Shima-miura, IZ 56/4 e Miura foi de: N (4,21; 8,14 e 5,56), K (2,71; 5,22 e 2,64), Ca (2,47; 4,52 e 3,59), Mg (0,57; 0,80 e 0,87), S (0,28; 0,52 e 0,34), P (0,26; 0,46 e 0,27) g por planta, Mn (18,93;

5,96 e 23,78), Fe (29,84; 17,06 e 17,84), B (5,72; 9,91 e 9,05), Zn (2,44; 3,87 e 3,22) e Cu (0,28; 0,46 e 1,25), mg por planta respectivamente.

REFERÊNCIAS

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