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Revista de la ciencia del suelo y nutrición vegetal

versión On-line ISSN 0718-2791

R.C. Suelo Nutr. Veg. v.7 n.2 Temuco  2007

http://dx.doi.org/10.4067/S0718-27912007000200003 

 

R.C.Suelo Nutr. Veg. 7 (2) 2007 (22-31)

ARTÍCULOS ORIGINALES

 

CRESCIMENTO INICIAL E ESTADO NUTRICIONAL DO TRIGO SUBMETIDO À APLICAÇÃO DE ZINCO VIA SEMENTÉ

Initial growth and nutritional condition of the wheat seedlings after application of zinc in the seeds

 

Renato de Mello Prado1, Elízio Ferreira Frade Junior2, Ernesto Rinaldi Mouta2, Andréia de Cássia Gomes São João2, Roberto Savério Souza Costa2

1 Departamento de Solos e Adubos, Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, Universidade Estadual Paulista, Via de Acesso Professor Paulo Donato Castellane, s/n°, 14884-900, Jaboticabal, São Paulo - Brasil. Correo electrónico: rmprado@fcav.unesp.br
2
Programa de Pós-Graduação em Agronomia. Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, Universidade Estadual Paulista.


RESUMO

Objetivou-se avaliar o desenvolvimento inicial e a nutrição da cultura do trigo ( Triticum aestivum L.) em função da aplicação de zinco (Zn) via sementé. O delineamento experimental foi o de blocos inteiramente casualizados, com fatorial 4 x 2+1, sendo [quatro doses de Zn, 100; 200; 400 e 800 g por 100 kg de sementé e duas Zn fontes, ZnS04 e ZnO] e tres repeticoes. Avaliou-se o índice de velocidade de emergencia, a altura media das plântulas, a materia seca em folhas e raizes e o teor e o acumulo de Zn das plântulas e o índice de eficiencia de absorção. A aplicação de zinco ñas sementes de trigo afetou o estado nutricional e a produção de materia seca das plântulas. As plântulas apresentaram maior eficiencia de absorção quando o Zn foi fornecido na forma de sulfato devido a maior solubilidade. A aplicação de zinco na dose de 100 g 100 kg-1 de sementes, independentemente da fonte, foi adequada para o crescimento inicial de plântulas de trigo.

Palavras chave: Triticum aestivum L., micronutrientes, tratamento de sementes, nutrição mineral de plantas.

ABSTRACT

The aim of this paper was to evaluate the initial developments in a culture nutrition system of wheat seedlings (Triticum aestivum L.) as a function of zinc (Zn) application through the seeds. The experimental was a randomized bock design factorial 4x2+1 [four Zn application rates, 100; 200; 400 and 800 g per 100 kg of seeds and two Zn sources, ZnS04 and ZnO] and three replications. It was evaluated the seedling speed emergency index, plant mean height, total shoot and root dry matter, Zn uptake efficiency and both root and shoot Zn accumulation. A zinc application in the wheat seeds influenced the nutritional stage and plant dry matter production. The seedling plant presented a major absorption efficiency when the Zn was applied in the form of sulfate, due to a large solubility of this compounds. An application of zinc at rate of 100 g 100 kg-1 seeds, independently of the source, it was adequate for the initial growth of wheat seedling plant.

Keywords: Triticum aestivum L, micronutrient, seed treatment, plant mineral nutrition.


INTRODUÇÁO

Os solos tropicais apresentam baixa concentração de zinco disponível, seja devido ao material de origem dos solos ou pelas práticas agrícolas inadequadas. Especialmente no Brasil, a deficiencia de Zn é considerada a mais comum entre os micronutrientes, sobretudo em solos arenosos e de cerrado (Ohse etal, 1999). Quando as quantidades desse nutriente no solo são insuficientes á exigencia vegetal, disturbios fisiológicos são notados e seus reflexos na produtividade (Bonnecarrere et al, 2004). A aplicação de Zn vía solo é amplamente utilizada ñas regioes agrícolas. No entanto, a transferencia do Zn do solo para as raizes ocorre majoritariamente por difusão (Malta, 2000), caracterizando a baixa mobilidade no solo, o que dificulta a absorção do nutriente pela planta.

Além disso, a aplicação de Zn no solo é, na maioria das vezes, desuniforme devido as baixas quantidades requeridas pelas culturas. Nesse contexto, tém sido estudado a aplicação de Zn via sementes, pois apresenta como vantagens a uniformidade de distribuição do nutriente sobre as sementes, redução de perdas, menor custo de aplicação e racionalização no uso das reservas naturais não renováveis, por causa das pequeñas quantidades utilizadas (Barbosa-Filho et al, 1982). Todavía, sua eficiencia é contestada por Bonnecarrere et al. (2004). Respostas positivas da aplicação de zinco foram observadas na produção de arroz (Barbosa-Filho etal, 1982) e de milho (Galrão, 1996). As êxigencias nutricionais ão Zn, conforme Gupta (2001) são específicas para cada cultura, porém os cereais são mais responsivos. Para a cultura do trigo, estudos envolvendo a aplicação de Zn em sementes são incipientes no Brasil. Sendo assim, a aplicação de Zn vía sementes na cultura do trigo pode vir a ser urna forma adequada e promissora de utilização do micronutriente. Objetivou-se avaliar o desenvolvimento inicial e a nutrição da cultura do trigo em função da aplicação de zinco via sementé.

MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi conduzido na Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV) - UNESP, campus de Jaboticabal, SP, no período de 18-08-2005 a 21-09-2005, em condicoes de casa-de-vegetação. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, segundo um arranjo fatorial 4x2 + 1, com tres repeticoes. Utilizaram-se quatro doses de Zn (100; 200; 400 e 800 g por 100 kg de sementé), duas fontes do nutriente (sulfato e óxido de Zn, com 22 e 50% de Zn, respectivamente) e uma testemunha (controle).

Cada unidade experimental constituiu-se de um recipiente (bandeja plástica de 5 L) contendo areia grossa lavada com agua deionizada, onde foram semeadas 75 sementes de trigo (Triticum aestivum L.), cv. CD 102 (germinação= 95%; umidade=14%), produzida pela empresa Coodetec®. As sementes foram misturadas com as respectivas doses do micronutriente, sendo umedecidas previamente com agua desionizada, na proporção de 15 mL por kg de sementes. Utilizaram-se regas diarias com agua desionizada para manter a umidade do recipiente em 10% do peso do substrato seco. Os tratamentos receberam a aplicação de solução nutritiva completa, menos Zn (Hoagland e Arnon, 1950), em duas aplicacoes, ão 7° e 20° dia após emergencia. Dois dias após a semeadura, realizou-se diariamente a contagem de plântulas emergidas até atingir valor constante. Com base no número de plântulas emergidas, calculou-se o índice de velocidade de emergencia (IVE), conforme a metodología descrita por Nakagawa (1994), utilizando a seguinte fórmula:

IVE = índice de velocidade de emergencia;
E1 E2,...En = número de plântulas emergidas, computadas na primeira, segunda, última contagem;
N¡, N2,...Nn = número de dias da semeadura á primeira, segunda,..., última contagem.

Ao término do experimento, 27 dias após emergencia, as plântulas foram lavadas em agua corrente, e em seguida, em agua desionizada. Nesta ocasião determinou-se a altura media das plântulas (AMP), medida a partir do coló até a extremidade da última folha. Posteriormente, procedeu-se a separação da parte aérea e raizes das plântulas e secagem em estufa a 65°C até massa constante. Em seguida, foram realizadas análise química de Zn da parte aérea e raiz, segundo método descrito por Bataglia et al. (1983). Com os dados do teor de Zn e a massa seca, calculou-se o acumulo de zinco na parte aérea e raiz das plântulas, assim como o índice de eficiencia de absorção, segundo Swiadere et al (1994). Os dados obtidos foram submetidos á análise da variáncia e comparados entre si pelo teste Tukey ão nivel de 5% de probabilidade. Além disso, foram feitas análises de regressão polinomial.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Os resultados obtidos indicaram diferenca significativa apenas entre os tratamentos estudados e a testemunha, quando avahado a variável IVE (Quadro 1), sendo que a testemunha apresentou IVE = 11,6 e o fatorial apresentou IVE = 12,1.


Quadro 1: índice de velocidade de emergencia (IVE), altura media das plântulas (AMP), materia seca da parte aérea (MSPA), materia seca da raiz (MSR), materia seca da total (MST), teor de Zn da parte aérea (Zn - PA), teor de Zn da raiz (Zn - R), Zn acumulado na parte aérea (Zn ac. - PA) e na raiz (Zn ac. - R) e índice de eficiencia de absorção (IEA) em função dos tratamentos.

Table 1: Index of emergency speed (IVE), mean seedling height (AMP), aerial dry matter (MSPA), root dry matter (MSR), total dry matter (MST), status of Zn of the aerial part (Zn - Para), status of Zn of the root (Zn - R), Zn accumulated in the aerial part (Zn ac. - PA) and in the root (Zn ac. - R) and index of efficiency of absorption (IEA) in function of the treatments.

Medias seguidas de mesma letra na coluna não diferem entre si pelo teste de Tukey a 5%; ns, ** e *: não significativo, significativo a 1 e a 5% de probabilidade, respectivamente.

Deste modo, e de forma geral, pode-se inferir que a aplicação de zinco nas sementes influenciou o IVE do trigo. Além disso, a diferenca encontrada ão comparar a testemunha ãos demais tratamentos pode ser explicada pelo fato das primeiras raizes das sementes enriquecidas com zinco estarem em contato direto com o nutriente (Barbosa-Filho et al., 1982), melhorando a germinação e o vigor (Ribeiro e Santos, 1996). Aumento da germinação e desempenho inicial de plântulas de trigo após o tratamento de sementes com Zn (imersão por 24 horas, em solução contendo 0,25 mg L-1 de ZnS04), também foi verificado por Cheng (1955). Com relação as doses, fontes de Zn e sua interação, não verificou-se diferenca significativa, corroborando com os dados obtidos por Ribeiro et al. (1994b) ão estudarem o tratamento de sementes com fontes orgánicas e inorgánicas de Zn. Em estado sobre o IVE na semeadura do milho, Prado et al. (2001) verificaran! que este índice apresentou em geral, urna relação positiva com a altura media de plántula (AMP), ou seja, o aumento do IVE proporcionou maior crescimento das plantas. Entretanto, no presente trabalho não foi observada a mesma tendencia, pois a AMP não se mostrou significativa em relação ás fontes e doses de Zn, porém a interação foi significativa (Quadro 1). Observou-se que a aplicação de Zn na forma de sulfato, incrementou de forma quadrática a altura das plantas, entretanto, não afetou essa variável com uso do nutriente na forma de óxido (Figura 1a), atributado esse resultado a maior solubilidade da fonte sulfato. Barbosa-Filho etal. (1982) indicaramuma baixa solubilidade do zinco na forma de óxido.


A massa seca da parte aérea (MSPA) não sofreu influencia das fontes e doses de Zn utilizadas e da interação (Quadro 1). Resultados semelhantes foram encontrados por Bonnecarrere et al. (2004) na cultura do arroz. Entretanto, ão comparar á testemunha ãos demais tratamentos, verificou-se que a testemunha apresentou media da MSPA = 2,45 g e os tratamentos, 2,87 g, evidenciando os efeitos positivos do Zn. Da mesma forma, Fageria (2000) e Santos e Ribeiro (1994) concluíram que os tratamentos com Zn aumentaram significativamente a produção de MSPA. Já Cheng (1955) verificou que o tratamento de sementes com ZnS04, na concentração de 0,25 g L-1, proporcionou incremento de 12% na produção de massa seca da parte aérea de plântulas de trigo.

Em relação á massa seca de raiz (MSR) houve diferenca significativa entre testemunha e o fatorial, e entre doses e fontes e também da interação (Quadro 1). Observou-se que a aplicação de Zn na forma de sulfato proporcionou maior MSR, comparado a fonte óxido (Quadro 1). Yagi et al. (2006) também verificaram resultados semelhantes ão avaliarem a aplicação de sulfato de Zn em sementes de sorgo, embora estes não tenham se adequado ãos modelos de regressão estudados. Como houve interação entre os fatores, observou-se que a fonte de sulfato e óxido proporcionaram incremento quadrático e linear na produção da MSR, respectivamente (Figura 1b). Resultados semelhantes foram obtidos por Cheng (1955) ão observar que o tratamento de sementes com ZnS04, na concentração de 0,25g L-1, propiciou incremento de 35% na produção de massa seca de raizes de plântulas de trigo com seis dias de idade.

A massa seca total (MST) não influenciou os tratamentos estudados, entretanto, houve diferença significativa entre os tratamentos e a testemunha (Quadro 1), indicando que a menor dose (100g Zn/100kg sementes) foi suficiente para manter boa produ9ão de materia seca nas plântulas. Segundo Rashid e Fox (1992), o trigo é considerado tolerante a baixas concentraões de Zn e pode ser classificado, relativamente, como pouco sensível a deficiencia de Zn. Dessa forma, pequeñas quantidades de Zn adicionadas podem ser suficientes para a exigencia dessa cultura e/ou quantidade de zinco presente nas sementes (Zn = 28 mg kg-1) podem ter sido adequados para atender as necessidades nutricionais na fase inicial de crescimento das plântulas.

Quanto ão teor e ão acumulo de Zn na parte aérea, houve diferença significativa para doses e fontes estudadas entretanto, não houve interão (Quadro 1). A fonte sulfato proporcionou maior teor e acumulo de nutriente na parte aérea das plantas. E a aplição de zinco em sementes de trigo, incrementou de forma quadrática tanto o teor (Figura 1a), como o acumulo do Zn na parte aérea, independentemente da fonte do nutriente (Figura 1e). Ribeiro e Santos (1996) também verificaram que a aplicção de Zn nas sementes aumentou a concentrão na parte aérea e sua acumulão na planta. Entretanto, Oshe et al. (1999) observaram que a aplicção de zinco em sementes de arroz não proporcionou incremento no teor de zinco da parte aérea. Nota-se que a dose de 100 g 100 kg-1 de sementes foi suficiente para proporcionar a maior produção da MSPA em relação a testemunha (Quadro 1), estando associado com o teor de zinco (35 mg kg-1) na parte aérea (Figura 1a). Segundo Malavolta et al. (1997), teores de zinco entre 20 - 40 mg kg-1 na parte aérea são considerados adequados. Salienta-se que a dose de 567 g 100 kg-1 de sementes (media das duas fontes), atingiu teor máximo de Zn na parte aérea de 65 mg kg-1, respectivamente (Figura 2a).


Figura 2: Teor de zinco da parte aérea (a), teor de zinco da raiz (b), zinco acumulado na parte aérea (c) e IEA (índice de eficiencia de absorção)(d), em função da aplicação de zinco (media de duas fontes) (mf) (•).

Figure 2: Zinc content of the aerial part (a), zinc status of the root (b), zinc accumulated in the aerial part (c) and IEA (index of efficiency of absortion)(d) as a function of the Zn application (average of two sources) (mf) (•).

Assim, esses teores de Zn não foram suficientes para provocar prejuízo no crescimento das plântulas ou sintomas de toxicidade. Conforme Ribeiro etal. (1994a), o aumento do teor de Zn nas sementes em cerca de 18 vezes, não foi tóxico para sementes de milho, possibilitando maior fornecimento de Zn para o inicio do crescimento das plântulas.

Com relação ão acumulo de Zn na raiz, observou-se que a aplicação de zinco nas sementes promoveu diferenca significativa entre a testemunha e o fatorial e também para os fatores doses e fontes e sua interação (Quadro 1). Observa-se que a fonte sulfato, proporcionou maior acumulo de Zn na raiz, da mesma forma que ocorreu para o teor e acumulo do nutriente na parte aérea, visto anteriormente. Esses resultados estão de acordó com Cakmak et al. (1989), que constataram que o teor de Zn nas raízes do feijoeiro foi mais elevado com a aplicação de Zn (sulfato). Nota-se, ainda, quando avaliada a interação, o maior acumulo de Zn na raiz ocorreu com emprego da dose próxima de 400 e 800 g Zn 100 kg-1 sementes, para as fontes óxido e sulfato, respectivamente (Figura 2b). Quando avaliado o índice de eficiencia de absorção (IEA), houve diferenca significativa entre fontes e doses, não sendo significativa a interação (Quadro 1). A ausencia de interação, indica que as doses de Zn, independentemente da fonte, incrementou de forma quadrática no IEA (Figura 2d). Nota-se, também que a fonte sulfato proporcionou maiores IEA (Quadro 1), contrariando os resultados obtidos por Galrão e Mesquita-Filho (1981) e Boawn et al. (1957) que não verificaran! diferencas na absorção de Zn entre as fontes sulfato e óxidos, na cultura do milho. Giordano e Mortvedt (1973) observaram que a maior absorção de Zn pela cultura do arroz foi proveniente da fonte ZnO seguida pela fonte ZnS04, entretanto esta última promoveu incremento linear e acumulo de Zn pelas plantas. Consolini e Coutinho (2004) verificaram resultados semelhantes, porém na cultura do milho. Ohse et al. (1997) atribuiu o comportamento diferenciado entre fontes ão ion acompanhante do Zn, sendo que a solubilidade pode ser afetada pela granulometria, bem como por contaminantes presentes especialmente no ZnO comercial. Barbosa-Füno et al. (1982) observaram que a fonte de óxido zinco apresentou baixa solubilidade em agua e assim, indicaram a fonte sulfato para tratamentos de sementes e aplicacóes foliares.

 

CONCLUSÕES

A aplicação de zinco ñas sementes de trigo afetou a nutrição e a produção de materia seca das plântulas. A fonte sulfato promoveu maior absorção de Zn pelas plântulas, comparado á fonte óxido. A aplicação de zinco na dose de 100 g 100 kg-1 de sementes, independentemente da fonte, foi adequada para o crescimento inicial de plântulas de trigo.

 

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