Scielo RSS <![CDATA[Revista de humanidades de Valparaíso]]> http://www.scielo.cl/rss.php?pid=0719-424220210002&lang=en vol. num. 18 lang. en <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.cl/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.cl <![CDATA[Guest Editors' Introduction: Hegel in Dialogue]]> http://www.scielo.cl/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0719-42422021000200007&lng=en&nrm=iso&tlng=en <![CDATA[Person, Property and Contract: A Critical Dialogue with Hegel from Marx]]> http://www.scielo.cl/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0719-42422021000200009&lng=en&nrm=iso&tlng=en Abstract: Hegel's Philosophy of Law deals in the Abstract Law section of the categories: person, property and contract. Research critically reconstructs this theory from a Marxist perspective. In the concept of person, first of all, the singular will is reduced to a solipsist will unrelated to intersubjectivity. Then, the concept of Hegelian property bases the private appropriation of property as the externalization of the singular will. This legal property guarantees the maintenance and reproduction of private property, that is, it will guarantee the private accumulation of capital, Marx will say. Anyway, the theory of the contract would link the autonomy of the contracting wills, however, it is a mere appearance, because, in fact, the owners' wills are under the domination of the capitalist market, as it is explained in Marx's Capital. The theoretical deficit of Hegel's Philosophy of Law in general is that the legal concepts of person and property correspond to the abstract will. Hegel describes the juridical description of the legal system of the modern state as the development of free will that legitimizes the asymmetry of civil society in its socioeconomic inequalities.<hr/>Resumen: La Filosofía del Derecho de Hegel trata en la sección de Derecho abstracto de las categorías: persona, propiedad y contrato. La investigación reconstruye críticamente esta teoría desde una perspectiva marxista. En el concepto de persona, en primer lugar, la voluntad singular se reduce a una voluntad solipsista sin relación con la intersubjetividad. Entonces, el concepto de propiedad hegeliana fundamenta la apropiación privada de la propiedad como la exteriorización de la voluntad singular. Esta propiedad legal garantiza el mantenimiento y reproducción de la propiedad privada, es decir, garantizará la acumulación privada de capital, dirá Marx. De todos modos, la teoría del contrato vincularía la autonomía de las voluntades contratantes, sin embargo, es una mera apariencia, porque, en realidad, las voluntades de los propietarios están bajo el dominio del mercado capitalista, como se explica en El Capital de Marx. El déficit teórico de la Filosofía del Derecho de Hegel en general es que los conceptos jurídicos de persona y propiedad corresponden a la voluntad abstracta. Hegel describe la descripción jurídica del sistema jurídico del Estado moderno como el desarrollo del libre albedrío que legitima la asimetría de la sociedad civil en sus desigualdades socioeconómicas. <![CDATA[The notion of process: Hegel and contemporary metaphysics]]> http://www.scielo.cl/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0719-42422021000200027&lng=en&nrm=iso&tlng=en Resumo: Neste artigo, destacarei algumas possíveis contribuições da filosofia hegeliana no debate contemporâneo em torno das metafísicas dos processos. No debate metafísico contemporâneo, as metafísicas dos processos representam uma tentativa de destacar os limites do paradigma filosófico tradicional, que tem como base a noção de substância, e de trabalhar dentro de um paradigma alternativo, que tenha como base a noção de processo. O que existe, então, não são substâncias, substratos, objetos fixos e estáveis caracterizados por determinadas propriedades, mas são processos, eventos, ocorrências. A ideia principal das metafísicas dos processos é que o ser é dinâmico e essa natureza dinâmica deve ser o foco principal de qualquer explicação filosófica abrangente da realidade. Frente a essa revolução, é necessário definir a própria noção de processo. De fato, esse trabalho de clarificação conceitual da noção fundamental desse novo paradigma filosófico está ainda em curso. A minha ideia é que a filosofia hegeliana pode oferecer algumas indicações relevantes para cumprir essa tarefa. Nesse sentido, o artigo será dividido em duas partes nas quais, a partir da análise de algumas definições da noção de processo no debate contemporâneo sobre a metafísica dos processos, mostrarei: 1) a necessidade de determinar a estrutura ontológica mínima da noção de processo; 2) a possibilidade de determinar essa estrutura a partir de algumas ferramentas conceituais presentes na lógica hegeliana e de algumas indicações nas Lições sobre a história da filosofia.<hr/>Abstract: This article is aimed at highlighting some possible contributions of Hegel’s philosophy to the contemporary debate around process metaphysics. In the contemporary metaphysical debate, process metaphysics represent an attempt to highlight the limits of the traditional philosophical paradigm, which is based on the notion of substance, and to work within an alternative paradigm, which is based on the notion of process. What exists, then, are not substances, substrates, fixed and stable objects characterized by certain properties, but processes, events, occurrences. The main idea of ​​process metaphysics is that being is dynamic and that this dynamic nature must be the main focus of any comprehensive philosophical explanation of reality. Looking at this revolution, it is necessary to define the very notion of process. In fact, this work of conceptual clarification of the fundamental notion of this new philosophical paradigm is still ongoing. My idea is that Hegelian philosophy can offer some relevant indications to do the job. In this sense, the article will be divided into two parts: on the basis of the analysis of some definitions of the notion of process in the contemporary debate around process metaphysics, I will show 1) the need to determine the minimal ontological structure of the notion of process; 2) the possibility of determining this structure through some conceptual tools provided by Hegel’s logic and in the Lectures on the History of Philosophy. <![CDATA[Axel Honneth's dialogue on Hegel's Philosophy of Law]]> http://www.scielo.cl/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0719-42422021000200045&lng=en&nrm=iso&tlng=en Resumo O artigo presente tem dois objetivos principais. Em primeiro lugar encontra-se uma análise detalhada da fórmula argumentativa de “reconhecimento”, ou seja, de “luta por reconhecimento”, usada por Hegel nos seus fragmentos jenenses sobre o sistema da filosofia e especialmente a filosofia do espírito. É necessário determinar antecipadamente por meio de uma interpretação precisa o conteúdo daquela expressão, para criticar e comparar, depois, seu significado original em Hegel com o uso teórico por lado de Honneth, especialmente para corrigir e explicar a função da “luta por reconhecimento”, mesmo no seu agravamento como “luta por vida e morte”, em relação à gênese do estado do direito. Em segundo lugar, a figura de “reconhecimento” é relacionada à Filosofia do direito de Hegel na versão da publicação do ano 1820. Nesta obra, o reconhecimento faz parte da teoria das “instituições”, que é analisada por Honneth também. Apesar dos méritos do autor contemporâneo ganhados pela tentativa de integrar uma teoria clássica filosófica numa concepção da justiça na sociedade de nossos tempos, será constatada um erro de interpretação, i.e., compreender uma instituição como uma simples comunidade social da comunicação (ou intersubjetiva). Por essa razão, a conclusão baseada num comentário crítico tem de conter uma recomendação negativa, i.e., não seguir esses traços da interpretação, mas, antes, defender e consultar os textos originais de Hegel.<hr/>Abstract This article has two purposes. First, it aims to present a detailed analysis of the argument of “recognition” or even of the “fight for recognition”, which Hegel uses in his fragments from Jena treating of the system of philosophy, especially of the philosophy of spirit. It will be necessary to determine precedently by means of an exact interpretation the content of that expressions, in order to criticize and to compare, his original significance in Hegel with the theoretical application made by Honneth. The special aim hereby is to correct and to explain the function of the “fight for recognition”, even in its sharpening significance as a “fight for life and death”, with relation to the genesis of the state of right. Second, the figure of “recognition” is related to Hegel’s Philosophy of right in the version of 1820. In this work, recognition participates in the theory of “institutions” which is analyzed by Honneth as well. Apart from the merits gained through the endeavour to introduce a classic philosophical theory into a conception of justice in society, we feel obliged to state an error in Honneth‘s interpretation in so far as he understands an institution as a simple social community of communication (or as intersubjective community). For that reason, a conclusion based on a critical commentary can only include a negative recommendation, that means, not to follow those traces of interpretation but rather to defend and to consult the texts originally composed by Hegel. <![CDATA[Hegel's critique of irrationalism and his dialogue with Schelling about the problem of infinity]]> http://www.scielo.cl/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0719-42422021000200065&lng=en&nrm=iso&tlng=en Resumo O objetivo último deste artigo é demostrar a atualidade da crítica de Hegel ao irracionalismo. A hipótese interpretativa a ser demonstrada é que o conceito moderno de irracional, cuja origem se encontra na linguagem matemática, está diretamente relacionado com o problema do infinito. Para melhor desenvolver essa questão, pretendo mostrar o diálogo de Hegel com Schelling, cujo diagnóstico sobre o problema da oposição entre finito e infinito nos sistemas filosóficos até sua época muito influenciou a própria concepção de filosofia e de razão do jovem Hegel.<hr/>Abstract The goal of this article is to show the timeliness of Hegel's critic of irrationalism. The interpretative hypothesis to be demonstrated is that the modern concept of irrational, whose origin is found in mathematical language, is causally related to the problem of infinity. To better develop this issue, I intend to show Hegel's dialogue with Schelling, whose diagnosis of the problem of opposition between finite and infinite in philosophical systems until his time greatly influenced the very conception of philosophy and reason of the young Hegel. <![CDATA[Sovereignty and War in Hegel's Philosophy of Right]]> http://www.scielo.cl/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0719-42422021000200079&lng=en&nrm=iso&tlng=en Resumen En este trabajo se intenta esclarecer los fundamentos conceptuales de la soberanía en la Filosofía del Derecho de Hegel con el propósito de brindar una respuesta a esta pregunta y estar así en condiciones de evaluar los alcances del soberanismo contemporáneo y lo ajustado de sus pretensiones. Como se verá, Hegel construye su propia posición en diálogo crítico con los abordajes de Hobbes y Kant, con referencias más o menos explícitas. El desarrollo de este artículo está dividido en tres partes. En la primera, (a) se presenta la concepción hegeliana de la soberanía en el marco de su comprensión organicista del Estado, atendiendo tanto a su aspecto interior como exterior. En la segunda, (b) se analizan los fundamentos teóricos de la guerra en Hegel y su posición respecto de las relaciones internacionales. Por último, (c) se discuten los alcances del soberanismo en la actualidad a la luz del pensamiento hegeliano.<hr/>Abstract This paper attempts to clarify the conceptual foundations of sovereignty in Hegel's Philosophy of Law in order to provide an answer to this question and thus be able to evaluate the scope of contemporary sovereignty and the adequacy of its claims. As will be seen, Hegel constructs his own position in critical dialogue with Hobbes' and Kant's approaches, with more or less explicit references. The development of this article is divided into three parts. In the first, (a) the Hegelian conception of sovereignty is presented in the framework of his organicist understanding of the state, taking into account both its internal and external aspects. The second, (b) analyses Hegel's theoretical foundations of war and his position in international relations. Finally, (c) the scope of sovereignty today is discussed in the light of Hegelian thought. <![CDATA[Hegel and the twofold transformation of the concept of reality in the background of Kant’s critics to the ‘Inbegriff aller Realität’]]> http://www.scielo.cl/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0719-42422021000200101&lng=en&nrm=iso&tlng=en Resumen En el marco de un diálogo entre Kant y Hegel, el siguiente artículo da cuenta de algunos aspectos de la recepción efectuada por Hegel, en la Lógica del ser, de la así llamada noción de Inbegriff aller Realität. Se trata de una noción que Hegel recoge y examina no sólo expositivamente, sino dialéctico especulativamente. El trabajo busca identificar y explicar en sus conexiones claves los momentos a través de los cuales Hegel, en el ámbito del desarrollo de una lógica pura, convierte, en un primer paso, la realidad en negación y, luego, en un segundo paso, en contradicción.<hr/>Abstract In the context of a dialogue between Kant and Hegel, this paper aims at presenting some aspects of the reception that Hegel made in the Logic of Being on the so-called notion of Inbegriff aller Realität. It is a notion that Hegel retrieves and examines dialectically and speculatively, not just in a way of an exposition. The paper seeks to identify and explain the main connections of the moments in which Hegel, in the field of the development of a pure logic, first turns the reality into negation and then into contradiction. <![CDATA[The <em>Phenomenology of the Spirit</em> of Hegel in dialogue with German Idealism: Absolute knowledge as the last figure of the spirit]]> http://www.scielo.cl/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0719-42422021000200117&lng=en&nrm=iso&tlng=en Resumo Os dois objetivos desse texto são: oferecer uma exposição geral sobre a originalidade da Fenomenologia do Espírito de Hegel na trajetória do Idealismo Alemão, e delinear uma sucinta apresentação mais específica sobre o papel do último capítulo dessa obra, dedicado ao “saber absoluto”, na estratégia argumentativa daquela ciência da experiência da consciência. O significado e o papel do conceito de Absoluto em Hegel e em seu desenvolvimento histórico é estudado, especialmente a partir de sua diferença com a filosofia de Schelling.<hr/>Abstract The two objectives of this text are: to offer a general exposition on the originality of the Phenomenology of the Spirit of Hegel in the trajectory of German Idealism, and to outline a more specific presentation on the role of the last chapter of this work, dedicated to "absolute knowledge", in the argumentative strategy of that science of the experience of conscience. The meaning and role of the concept of Absolute in Hegel and its historical development is studied, especially from its difference with Schelling's philosophy. <![CDATA[Genetic preimplantation selection before the critic of the social model of disability]]> http://www.scielo.cl/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0719-42422021000200133&lng=en&nrm=iso&tlng=en Resumen El presente artículo analiza los principales argumentos ofrecidos por la literatura en relación con la pregunta si debe permitirse la diagnostico y selección genética preimplantacional en el contexto de técnicas de reproducción asistida con miras a evitar la presencia de una discapacidad. Las principales posiciones en el debate bioético se enfrentan a un desafío adicional cuando se consideran las críticas provenientes del discurso sobre la discapacidad. De este modo, cuando la dimensión social opresiva de la discapacidad es tomada en cuenta, ella resulta en una serie de cuestionamientos que podrían poner en entredicho las conclusiones más decantadas del debate bioético. Sin embargo, el modelo social no ha estado exento de críticas y una de ellas, la minusvaloración de la importancia de características de origen biológico frente a una discapacidad de origen social, resuena particularmente en el debate sobre selección genética preimplantacional.<hr/>Abstract This article analyzes the main reasons offered by the literature in relation to the question of whether pre-implantation genetic diagnosis and selection should be allowed in the context of assisted reproduction techniques to avoid the birth of children with disabilities. The bioethical literature faces a challenge from the disability discourse. When the oppressive social dimension of disability is taken into account, it results in a series of questions that could challenge the most settled conclusions of the bioethical debate. However, the social model has not been without criticism and one of them, the underestimation of the importance of biological traits origin against a disability of social origin, resonates particularly in the debate on preimplantation genetic selection. <![CDATA[On contemporary dialectics: concept, ontology and critical capacity]]> http://www.scielo.cl/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0719-42422021000200151&lng=en&nrm=iso&tlng=en Resumen El propósito de este trabajo es plantear un concepto un concepto de dialéctica sin mistificaciones, siguiendo para eso la lectura que Bertell Ollman hace de la obra de Marx. En ese sentido, se comprenderá a la dialéctica como una tradición filosófica y como un método de investigación en el que la figura de Marx es fundamental, pero que puede nutrirse con la perspectiva de otros filósofos que comparten algunos de sus puntos. En segundo término, se explicará la base ontológica (o la filosofía de las relaciones internas) y el sustrato epistemológico (o el proceso de abstracción) que le permiten a la dialéctica operar. Aclarados estos aspectos, se expondrán las principales leyes o tendencias dialécticas. Con el objeto de comprender su operatividad, se caracterizará a la dialéctica como una tradición y método filosófico profundamente crítico. Finalmente se ofrecerán algunas conclusiones.<hr/>Abstract This research aims to offer a concept of dialectics without mystifications, following Bertell Ollman's reading of Marx's work. In this sense, dialectics will be understood as a philosophical tradition and as a method of investigation, in which the figure of Marx is fundamental, but which can be nourished by the perspective of other philosophers who share some of his points. Secondly, the ontological basis (or philosophy of internal relations) and the epistemological substratum (or process of abstraction) that allow dialectics to operate will be explained. Once these aspects have been clarified, the main dialectical laws or tendencies will be presented. In order to understand its operation, dialectics will be characterized as a deeply critical philosophical tradition and method. Finally, some conclusions will be offered. <![CDATA[Duhem’s thesis, Feyerabend’s methodological anarchism and the question about the justification of epistemic change]]> http://www.scielo.cl/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0719-42422021000200173&lng=en&nrm=iso&tlng=en Resumen La tesis de Duhem-Quine brinda plausibilidad al anarquismo metodológico de Feyerabend al mostrar que la refutación empírica de un sistema teórico es tan quimérica como su verificación. Frente a esto, Grünbaum argumenta que dicha tesis es insostenible. Ambos coinciden en la formulación del argumento de Duhem expuesto por Quine. Empero, la exégesis que, al respecto, realizan Quinn, Laudan y Ariew indica que constituye un error identificar la tesis de Duhem-Quine con la tesis de Duhem. Afirmo que, si es así, entonces esta última no excluye lógicamente la posibilidad de una refutación constatable como tal únicamente en retrospectiva.<hr/>Summary Duhem-Quine's thesis provides plausibility for Feyerabend's methodological anarchism by showing that the empirical refutation of a theoretical system is as chimerical as its verification. Grünbaum argues against this that such a thesis is untenable. They both agree in the formulation of Duhem's argument as it was exposed by Quine. However, the exegesis carried out by Quinn, Laudan and Ariew makes it clear that it is a mistake to identify the Duhem-Quine thesis with the Duhem thesis. I argue that, if this is so, then a refutation that can be accepted as such only in retrospect is logically possible. <![CDATA[Cultural battles and memorialization in Chile: Reflections on the critical possibilities and autonomy of public art in the post-dictatorship]]> http://www.scielo.cl/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0719-42422021000200193&lng=en&nrm=iso&tlng=en Resumen Este artículo se pregunta si hubo, en el Chile de la posdictadura, limitaciones a la autonomía de la producción cultural y artística sobre la memoria de eventos traumáticos. En particular, se analiza el contenido y la historia de la producción de secciones relevantes del mural Memoria Visual de una Nación del artista chileno Mario Toral. El artículo demuestra que el arte público fue una arena de lucha por los sentidos de la democratización durante la posdictadura. Para ello usa conceptos de la teoría política posestructurlista, los estudios culturales, la filosofía de la memoria y los estudios de la memoria. El artículo ofrece también una interpretación de la producción cultural como un proceso abierto y contingente. Concluye que la transición vía transacción en Chile influyó negativamente sobre el campo de producción artístico reduciendo su autonomía y divergencia respecto del discurso político dominante en el período.<hr/>Abstract This article asks whether there were, in post-dictatorship Chile, limitations of the autonomy of cultural and artistic production addressing the memory of traumatic events. In particular, the article analyzes the content and history of the production of some relevant sections of the mural painting Memoria Visual de una Nación by the Chilean artist Mario Toral. The article demonstrates that public art was an arena of struggle for the meaning of democracy during the postdictatorship period. To do this, he uses concepts from post-structuralist political theory, cultural studies, the philosophy of memory, and memory studies. The article also offers an interpretation of cultural production as an open and contingent process. It concludes that the transition via transaction in Chile had a negative influence on the field of artistic production, reducing its autonomy and divergence from the dominant political discourse in the period. <![CDATA[Biomimicry and Art: transductions with biology]]> http://www.scielo.cl/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0719-42422021000200225&lng=en&nrm=iso&tlng=en Resumo Neste artigo abordo o conceito de Biomimética, o qual vem sendo usado em vários campos, desde a nanotecnologia até a robótica aparecendo nos materiais inteligentes e na inteligência maquínica, para finalidades diversas, inspiradas em processos e organismos naturais. A aplicação principal da Biomimética tem sido produzir artefatos e ideias a partir do que podemos conhecer sobre o que a natureza já fez. Enquanto a mimese foi afastada do vocabulário da Arte, as obras de alguns artistas ainda se apresentam cheias de possibilidades que interessa discutir sob o conceito de Biomimética, se não for de mimese. Muitos artistas têm se dedicado ao desenvolvimento de obras com poéticas de hibridização e mimetismo. Até que ponto eles se aproximariam da Biomimética? Como exemplos, são trazidos Walmor Corrêa, Patrícia Piccinini, Liu Xue, Berlinde De Bruyckere, Alessandro Boezio, Joan Fontcoberta e Pere Formiguera. Tal discussão é ponto de partida para a apresentação do projeto “VIRIDIUM”, no qual me dedico ao desenvolvimento de robôs semiautônomos e translúcidos, impressos em 3D. A base poética é a possibilidade que a natureza tem em se hibridizar e evoluir, espontaneamente, assim como ser hibridizada por manipulação genética. Proponho o desenvolvimento de objetos/seres não existentes na natureza, mas que remetem a formas e simulam comportamentos daqueles que habitam o mundo, nos diferentes reinos naturais. Descrevo a primeira etapa do projeto, a qual está no reino Plantae (também conhecido como Metaphyta). Além dos conceitos de Biomimética e Evolução Darwiniana, abordo o conceito de Artificação, como possível modelo de entendimento do processo poético, tanto em “VIRIDIUM”, quanto nas obras dos artistas elencados.<hr/>Abstract This article discusses the concept of Biomimicry, which has been applying in many fields, from nanotechnology to robotics. It is appearing in smart materials and machinic intelligence, for diverse purposes, being inspired by natural processes and organisms. The main application of Biomimicry has been to produce artifacts and ideas from what we can know about what nature has already done. While the mimesis has been removed from the vocabulary of Art, the works of some artists are still full of possibilities to discuss under the concept of Biomimetics. Many artists have dedicated themselves to the development of works using the poiesis of hybridization and mimicry. How close they approach of Biomimetics? As examples, are brought Walmor Corrêa, Patrícia Piccinini, Liu Xue, Berlinde De Bruyckere, Alessandro Boezio, Joan Fontcoberta and Pere Formiguera. This discussion is the starting point for introduce my project "VIRIDIUM", in which I´m developing some semiautonomous and translucent robots, printed in 3D. The poetic basis is the possibility that nature has in hybridizing and evolving, spontaneously, as well as being hybridized by genetic manipulation. I propose the development of objects / beings that do not exist in the nature but refer and simulate behaviors of those who inhabit the world, in different kingdoms of Nature. I describe the first stage of the project, which focuses the Plantae kingdom (also known as Metaphyta). Afterwards of the Biomimicry (Biomimetics) and darwinian evolution concepts I bring the concept of Artification, as a possible model of understanding the poetic process, both in "VIRIDIUM" and in the works of the artists chosen.