Scielo RSS <![CDATA[Pléyade (Santiago)]]> http://www.scielo.cl/rss.php?pid=0719-369620210002&lang=es vol. num. 28 lang. es <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.cl/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.cl <![CDATA[Élites políticas en América Latina: socialización, trayectorias y capitales. Introducción]]> http://www.scielo.cl/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0719-36962021000200021&lng=es&nrm=iso&tlng=es <![CDATA[Todas las mujeres del presidente. Jerarquías y regímenes de justificación en la élite femenina de Cambiemos (Argentina, 2015-2019)]]> http://www.scielo.cl/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0719-36962021000200033&lng=es&nrm=iso&tlng=es Resumen: El artículo analiza los regímenes de justificación construidos públicamente por seis de las mujeres de la élite femenina del gobierno de Cambiemos (Argentina, 2015-2019): Juliana Awada, la primera dama; Gabriela Michetti, la vicepresidenta de la Nación; Carolina Stanley, la Ministra de Desarrollo Social; Patricia Bullrich, la Ministra de Seguridad; Elisa Carrió, la líder de la Coalición Cívica; y María Eugenia Vidal, la gobernadora de la provincia de Buenos Aires. Recurriendo a algunos conceptos de la sociología pragmática el trabajo muestra: primero, que estas mujeres realizaron un doble trabajo de justificación, como mujeres en un espacio muy masculinizado, el de una fuerza de derecha en el espacio de la alta política argentina, y como agentes de la legitimación de un orden social desigual. Segundo, que para ello pusieron en escena una “galaxia de regímenes de justificación” donde predominaron los regímenes doméstico y cívico, pero donde también estuvieron presentes el industrial, el inspirado y el de proyectos. Y tercero, que no pueden ser definidas como típicas “mujeres de la derecha”, ya que movilizaron un repertorio heterogéneo de principios del bien común, integrado tanto por elementos tradicionales como innovadores que facilitaron la legitimación de un orden social desigual.<hr/>Abstract The article analyzes the regimes of justification publicly constructed by six of the elite female members of the Cambiemos government (Argentina, 2015-2019): Juliana Awada, the First Lady; Gabriela Michetti, the Vice President of the Nation; Carolina Stanley, the Minister of Social Development; Patricia Bullrich, the Minister of Security; Elisa Carrió, the leader of the Coalición Cívica; and María Eugenia Vidal, the governor of the province of Buenos Aires. Drawing on some concepts from pragmatic sociology, the paper shows, first, that these women performed a double role of justification in a highly masculinized space (that of a right-wing force in the space of Argentine politics) and of legitimization of an unequal social order. Second, they staged a “galaxy of justification regimes”, where the domestic and civic regimes predominated, but where the industrial, the inspired and the project-based regimes were also present. And third, they cannot be defined as typical “right-wing women”, since they mobilized a heterogeneous repertoire of principles of the common good, composed of both traditional and innovative elements that facilitated the legitimization role.<hr/>Resumo O artigo analisa os regimes de justificação construídos publicamente por seis das mulheres da elite feminina do governo Cambiemos (Argentina, 2015-2019): Juliana Awada, a primeira-dama; Gabriela Michetti, vice-presidente da Nação; Carolina Stanley, Ministra do Desenvolvimento Social; Patricia Bullrich, Ministra da Segurança; Elisa Carrió, líder da Coalizão Cívica; e María Eugenia Vidal, governadora da província de Buenos Aires. Recorrendo a alguns conceitos da sociologia pragmática, o trabalho mostra: primeiro, que essas mulheres realizaram um duplo trabalho de justificação, como mulheres em um espaço muito masculinizado, o de uma força de direita no espaço da alta política argentina, e como agentes da legitimação de uma ordem social desigual. Segundo, que para isso encenaram uma “galáxia de regimes de justificação” onde predominavam os regimes doméstico e cívico, mas onde também estavam presentes os regimes industrial, inspirado e projectual. E terceiro, que não podem ser definidas como típicas “mulheres de direita”, pois mobilizaram um repertório heterogêneo de princípios do bem comum, composto por elementos tradicionais e inovadores que facilitaram a legitimação de uma ordem social desigual. <![CDATA[Una revisión cientométrica de la investigación mundial sobre las élites políticas]]> http://www.scielo.cl/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0719-36962021000200056&lng=es&nrm=iso&tlng=es Resumen Las élites políticas son un tema de investigación de larga data en el campo de la ciencia política y la sociología política. Se han publicado varias revisiones bibliográficas tradicionales sobre el tema, en las que se discuten las metodologías más empleadas, se esboza el panorama de la investigación en países concretos o se realizan evaluaciones comparativas del estado de la cuestión. En un intento de adquirir una comprensión más clara del panorama intelectual de la investigación sobre élites políticas, realizamos una revisión cientométrica cuantitativa de 921 artículos publicados entre 1958 y 2021 indexados en la base de datos Scopus. Los resultados mostraron que el número de artículos publicados ha aumentado rápidamente, especialmente desde 2010. La literatura de referencia mostró que las élites políticas es un tema muy asociado al desempeño de las democracias representativas. Una visión general de esta área de estudio mostró que la bibliografía está ordenada primero por países o regiones y después por temas. Entre los muchos temas tratados, destacan los estudios sobre las élites en las antiguas naciones soviéticas. Al observar específicamente la producción en América Latina, encontramos un campo de investigación estructurado en torno a Chile y Brasil y una división entre, por un lado, los estudios de Ciencia Política y, por otro, los de sociología política fuertemente influenciados por la sociología de las elites francesa.<hr/>Abstract Political elites are a long-established research topic in the field of political Science and political sociology. Several traditional literature reviews have been published on the subject, discussing the most employed methodologies, outlining the research panorama in specific countries, or making comparative assessments of the state of the art. In an attempt to acquire a clearer understanding of the intellectual landscape of the research on political elites, we performed a quantitative scientometric review of 921 papers published between 1958 and 2021 indexed in the Scopus database. The results showed that the number of articles published has increased rapidly, especially since 2010. The reference literature showed that political elites is a theme very closely associated with the performance of representative democracies. An overview of this study area showed that the bibliography is first ordered by countries or regions and later by subject. Among the many subjects discussed, studies about elites in former Soviet nations stand out. As we look specifically into the production in Latin America, we find a research field structured around Chile and Brazil and a division between, on the one hand, political science studies and, on the other, political sociology studies heavily influenced by the French sociology of elites.<hr/>Resumo Elites políticas são um tópico tradicional nos estudos de ciência política e de sociologia política. Diversas revisões tradicionais de literatura já foram publicadas sobre o tema discutindo as metodologias mais empregadas, descrevendo o panorama dos estudos em países específicos ou fazendo periodicamente balanços comparativos do estado da arte. Para ajudar pesquisadores a compreender melhor o panorama intelectual da investigação sobre elites políticas, realizámos uma revisão cientométrica quantitativa de 921 trabalhos publicados entre 1958 e 2021 e indexados na base Scopus. Os resultados mostraram que o número de artigos publicados tem aumentado rapidamente, especialmente desde 2010. A literatura de referência mostrou que o tema das elites políticas está fortemente associado ao desempenho das democracias representativas. Uma visão geral da área mostrou que a bibliografia está primeiramente ordenada por países ou regiões e depois por assuntos. Entre os muitos assuntos discutidos destacam-se os estudos das elites dos países do antigo bloco comunista. Um olhar específico sobre a produção da América Latina revelou um campo de pesquisa estruturado em torno de Chile e Brasil e uma divisão entre estudos de ciência política e estudos de sociologia política com forte influência da sociologia das elites francesa. <![CDATA[¿Renuentes a pagar? Élites económicas y desempeño del Estado en Chile]]> http://www.scielo.cl/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0719-36962021000200084&lng=es&nrm=iso&tlng=es Resumo O que pensam os grupos sociais mais endinheirados acerca do pagamento de imposto? Qual é a visão desses grupos a respeito do papel do Estado? Como essas percepções diferem do desempenho fiscal do Estado chileno? Embora o Chile seja considerado um dos países com a maior capacidade estatal na América Latina, a sua política de impostos compartilha várias características com países de menor rendimento na região, a saber, a limitada redistribuição e a retrógrada estrutura tributária, apresentam uma deficiente habilidade no enfrentamento à desigualdade. Este artigo se baseia em uma apurada análise do rendimento do Estado, incluindo a comparação do Chile com o Uruguai e Portugal, bem como 32 entrevistas com membros da elite econômica chilena. Neste artigo analisaremos as percepções da elite econômica em relação aos impostos e o papel redistributivo do Estado, assim como as divergências entre a qualidade dos gastos do governo e as percepções desta elite. A desconfiança das elites nas ações do Estado leva à falta de vontade ou indisponibilidade para pagar impostos, os quais, em primeiro lugar, são observados mais como um custo do que um instrumento para a promoção da solidariedade ou cooperação social. Além disso, se bem os impostos são percebidos como muito elevados, a efetividade da taxação de impostos dos contribuintes de maiores ingressos está em paridade com a das classes de menor renda. Por um outro lado, ressaltamos a necessidade de analisar o desempenho fiscal, considerando tanto o gasto quanto a arrecadação -incluindo os mais opacos indicadores tais como as despesas fiscais-, e, repensando estratégias de comunicação para apresentar com maior clareza o desempenho do Estado.<hr/>Resumen ¿Qué piensan los grupos de mayor ingreso en la sociedad sobre el pago de impuestos?¿Cuál es su visión sobre el rol del estado?¿Cómo inciden estas percepciones en las formas en que el gobierno recauda impuestos y ejecuta su gasto social? Este artículo aborda estas preguntas enfocándose en el caso de Chile. Aunque Chile es considerado uno de los países con mayor capacidad fiscal en América Latina, su política tributaria tiene en común diversas características con países con menor desempeño en la región, tales como una limitada redistribución y una estructura tributaria regresiva, lo cual le impide enfrentar decididamente la desigualdad económica. A partir de un extenso análisis del desempeño fiscal que incluye la comparación con Uruguay y Portugal, como también del análisis de 32 entrevistas a integrantes de la elite económica chilena, mostramos las divergencias entre la calidad del gasto público y las percepciones de la elite sobre este tema. La desconfianza de la élite a la acción estatal favorece la indisposición a pagar impuestos, los cuales son percibidos fundamentalmente como un costo más que como un instrumento para promover solidaridad o cooperación social. Los impuestos son también considerados muy altos, aunque las tasas efectivas de los contribuyentes de altos ingresos son similares a las que tributa la clase baja. También resaltamos la necesidad de analizar el desempeño fiscal teniendo en cuenta tanto el gasto como la recaudación -incluyendo indicadores más opacos como los gastos tributarios- y de repensar las estrategias de comunicación para presentar dicho desempeño más claramente.<hr/>Abstract What do the wealthiest groups in society think about tax payment? What is their view of the role of the state? How do these perceptions influence the ways in which the government collects taxes and provides social spending? This paper addresses these questions focusing on the case of Chile. Although Chile is considered one of the countries with the highest state capacity in Latin America, its tax policy shares several features with lower-performing countries in the region, such as limited redistribution and a regressive tax structure, showing little ability to tackle economic inequality. Based on extensive analysis of state performance that included a comparison with Uruguay and Portugal as well as 32 in-depth interviews with members of the Chilean economic elite, we show divergences between the quality of government spending and elite perceptions on this issue. Elites’ distrust of state action leads to unwillingness to pay taxes, which they see primarily as a cost rather than an instrument to promote solidarity or social cooperation. Taxes are also perceived as too high, though the effective tax rates of high-income taxpayers are on par with that of lower classes. We highlight the need to analyze fiscal performance, taking into account both spending and tax collection-including more opaque indicators such as tax expenditures-, and rethinking communication strategies to present state performance more clearly. <![CDATA[Élites políticas ministeriales: sobreviviendo en tiempos de crisis (Chile, 2018-2021)]]> http://www.scielo.cl/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0719-36962021000200116&lng=es&nrm=iso&tlng=es Resumen El presente artículo analiza el comportamiento de la supervivencia ministerial durante el segundo gobierno de Sebastián Piñera Echeñique, comprendido durante los años 2018 a 2021. Durante los últimos años el estudio de las élites políticas se ha enfocado particularmente en identificar los factores con mayor incidencia en la designación y rotación de ministros de Estado, debido a que corresponden a una posición altamente codiciada en la esfera política. En este contexto, se identifica teórica y empíricamente la influencia de condiciones estructurales del propio sistema político, así como características intrínsecas de los agentes ministeriales, como variables incidentes en la capacidad de sobrevivir en un gabinete. Se selecciona este periodo por encontrarse inserto en un escenario altamente convulsionado, tanto en términos sociales como sanitarios, lo que permite otorgar una visión sobre los eventos críticos en el sistema y el comportamiento del gabinete durante el mismo. Para cumplir con dicho objetivo, se presentan estadísticos descriptivos y curvas de supervivencia Kaplan-Meier.<hr/>Abstract This article analyzes the behavior of ministerial survival in the second government Sebastián Piñera Echeñique, from 2018 to 2021. In recent years, the study of political elites has focused particularly on identifying the factors with the highest incidence in the appointment and rotation of State ministers, since it corresponds to a highly coveted position in the political sphere. In this context, the article identifies both theoretically and empirically the influence of the political system’s structural conditions, as well as characteristics intrinsic of ministerial agents themselves, as incident variables in explaining the ability to survive within a cabinet. This period is selected given to its highly-convulsed scenario, both social- and health-wise, which allows the envisage of critical events in the system and the behavior of the cabinet during it. To pursue this objective, descriptive statistics and Kaplan-Meier survival curves are presented.<hr/>Resumo O objetivo deste artigo é analisar o comportamento da sobrevivência ministerial durante o segundo mandato presidencial de Sebastián Piñera, de 2018 a 2021. Nos últimos anos, ou estudos de elites políticas, a partir de perspectivas diversas, o item tem se concentrado principalmente na identificação de impacto com maior fatores na nomeação e rotatividade de ministros de Estado, correspondendo a uma posição bastante consolidada na esfera política. Nesse contexto, busca empiricamente fornecer uma imagem sobre as características intrínsecas de dois agentes ministeriais e como elas influenciam sua capacidade de permanência em um gabinete inserido em um cenário de forte convulsão, tanto em termos sociais quanto de saúde. Para atender a esse objetivo, são apresentadas estatísticas descritivas e curvas de sobrevida de Kaplan-Meier. <![CDATA[Ser Jefe de Gobierno de la Ciudad de Buenos Aires: la jerarquización de un cargo político y su impacto en la Argentina reciente]]> http://www.scielo.cl/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0719-36962021000200140&lng=es&nrm=iso&tlng=es Resumen Entre 1883 y 1996 la Ciudad de Buenos Aires fue gobernada por un “intendente” nombrado por el presidente de la Nación. En términos simbólicos y prácticos era un cargo de poca jerarquía: sin poder político autónomo, condicionado por los vaivenes de la política nacional y sin legitimidad de origen popular. Esto cambió a partir del proceso de autonomía de la ciudad, que estableció un nuevo cargo ejecutivo electivo denominado “Jefe de Gobierno”. A diferencia de su antecesor, ser Jefe de Gobierno de la Ciudad Autónoma de Buenos Aires, en la Argentina actual, significa ocupar un lugar de mucha relevancia pública y política. Quienes acceden a él se convierten en figuras centrales del juego político, ya que gobiernan el distrito más rico del país, en una ciudad que es el foco económico, cultural y mediático del país. A partir de un análisis socio-histórico basado en fuentes documentales, el artículo analiza este proceso de jerarquización de un cargo político. Pare ello, se enfoca en los nombres, los marcos institucionales y los perfiles de quienes ocuparon esas posiciones, tanto en el pasado como en la actualidad.<hr/>Abstract Between 1883 and 1996, the City of Buenos Aires was governed by an “intendente” appointed by the President of the Nation. In symbolic and practical terms, it was a position of little hierarchy: without autonomous political power, conditioned by the ups and downs of national politics, and without popular legitimacy. This changed after the autonomy process, which established a new elective executive position in the city, called “Jefe de Gobierno”. Unlike his predecessor, being Jefe de Gobierno de la Ciudad Autónoma de Buenos Aires currently means occupying a place of great public and political relevance in Argentina. Those who reach the post become central political figures, since they govern the richest district in the country, a city that is Argentina’s economic, cultural, and media center. Starting from a socio-historical analysis based on documentary sources, the article analyzes this hierarchical process of this political position. To do this, it focuses on the names, institutional frameworks, and profiles of those who held the position, in the past and today.<hr/>Resumo Entre 1883 e 1996 a cidade de Buenos Aires foi governada por um “intendente”, nomeado pelo presidente da nação. Em termos simbólicos e práticos, era uma posição de pequena hierarquia: sem poder político autônomo, condicionado pelas ondas da política nacional, sem legitimidade de origem popular. Isso mudou con o processo de autonomia, que estabeleceu um novo cargo eletivo executivo na cidade, denominado de “jefe de gobierno”. Diferentemente de seu antecessor, ser Jefe de Gobierno de la Ciudad Autónoma de Buenos Aires na Argentina de hoje significa ocupar um lugar de grande relevância pública e política. Quem o acessa concorda com figuras centrais do jogo político, que aproveitam o bairro mais rico do país, em uma cidade que é o centro econômico, cultural e de mídia do país. Partindo de uma análise sócio-histórica com base em fontes documentais, o artigo analisa esse processo hierárquico de uma posição política. Para fazer isso, concentre-se nos nomes, estruturas institucionais e perfis daqueles que ocuparam esses cargos, tanto no passado como hoje. <![CDATA[HIJOS de la “resistencia” en el Gobierno. Identidad(es), comunidad(es) y militancias de las/os hijas/os de víctimas del terrorismo de Estado en Argentina a través del kirchnerismo]]> http://www.scielo.cl/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0719-36962021000200161&lng=es&nrm=iso&tlng=es Resumen Casi cuatro décadas transcurrieron desde que finalizó la última dictadura militar en Argentina y aún sus marcas perduran en la sociedad, moldeando también la política del presente. La lucha de las organizaciones de derechos humanos que reclaman “memoria, verdad y justicia” por los crímenes cometidos en aquel entonces no ha perdido su vigencia; por el contrario, continúa recibiendo nuevas generaciones militantes. A mediados de 1990, las/os hijas/os de las víctimas (“hijxs”) irrumpieron en la escena pública nucleados bajo la agrupación H.I.J.O.S., alcanzando un marcado protagonismo entre las juventudes políticas de aquella época. A través de los ciclos políticos, la militancia de los "hijxs" fue adquiriendo diversas formas, renovando sus repertorios de acción y estrategias políticas. Llevando a algunas/os de ellas/os a ocupar cargos políticos en el Gobierno y el Congreso Nacional a partir del año 2007. Este artículo propone abordar las carreras militantes de estas/os “hijxs” desde sus dimensiones individuales y colectivas, explorando sus redes de inserción política, sus configuraciones identitarias, los capitales adquiridos y movilizados a lo largo de sus carreras. Indagando, a su vez, sobre el proceso de legitimación social atravesada por los “hijxs” a través de los años kirchneristas (2003-2015) y sus efectos en el campo político.<hr/>Abstract Almost four decades have passed since the end of the last military dictatorship in Argentina and its marks still linger in society, shaping the politics of the present. The human rights organizations’ fight demanding “memory, truth and justice” for the crimes committed at that time has not lost relevance. On the contrary, new activist generations continue arriving. In the mid-1990s, the daughters and sons of the victims (“hijxs”) burst onto the public scene with H.I.J.O.S. organization, achieving a marked prominence among the political youths of that time. Throughout the political cycles, the militancy of the “hijxs” took on different formats, renewing their repertoires of action and political strategies. This led some of them to occupy political positions in the government and the National Congress from 2007 onwards. This article proposes to approach the militant careers of these “hijxs” from their individual and collective dimensions, exploring their networks of political insertion, their identity configurations, the capitals acquired and mobilized throughout their careers. At the same time, it explores the process of social legitimation that the “hijxs” have undergone during the Kirchner years (2003-2015) and its effects on the political field.<hr/>Resumo Já passaram quase quatro décadas desde o fim da última ditadura militar na Argentina e as suas marcas ainda perduram na sociedade, moldando também a política do presente. A luta das organizações de direitos humanos exigindo “memória, verdade e justiça” pelos crimes cometidos nessa altura não perdeu a sua relevância; pelo contrário, continua a acolher novas gerações de activistas. Em meados da década de 1990, as filhas e filhos das vítimas (“hijxs”) irromperam na cena pública sob o guarda-chuva do grupo H.I.J.O.S., alcançando uma proeminência marcada entre a juventude política daquela época. Ao longo dos ciclos políticos, a militância dos “hijxs” assumiu diferentes formas, renovando os seus repertórios de acção e estratégias políticas. Isto levou alguns deles a ocupar posições políticas no Governo e no Congresso Nacional desde 2007. Este artigo propõe-se abordar as carreiras militantes destes “hijxs” a partir das suas dimensões individuais e colectivas, explorando as suas redes de inserção política, as suas configurações de identidade, as capitais adquiridas e mobilizadas ao longo das suas carreiras. Inquirir, por sua vez, sobre o processo de legitimação social atravessado pelos “hijxs” através dos anos Kirchnerist (2003-2015) e os seus efeitos no campo político. <![CDATA[Inés Nercesian. <em>Presidentes empresarios y estados capturados: América Latina en el siglo XXI</em>.]]> http://www.scielo.cl/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0719-36962021000200192&lng=es&nrm=iso&tlng=es Resumen Casi cuatro décadas transcurrieron desde que finalizó la última dictadura militar en Argentina y aún sus marcas perduran en la sociedad, moldeando también la política del presente. La lucha de las organizaciones de derechos humanos que reclaman “memoria, verdad y justicia” por los crímenes cometidos en aquel entonces no ha perdido su vigencia; por el contrario, continúa recibiendo nuevas generaciones militantes. A mediados de 1990, las/os hijas/os de las víctimas (“hijxs”) irrumpieron en la escena pública nucleados bajo la agrupación H.I.J.O.S., alcanzando un marcado protagonismo entre las juventudes políticas de aquella época. A través de los ciclos políticos, la militancia de los "hijxs" fue adquiriendo diversas formas, renovando sus repertorios de acción y estrategias políticas. Llevando a algunas/os de ellas/os a ocupar cargos políticos en el Gobierno y el Congreso Nacional a partir del año 2007. Este artículo propone abordar las carreras militantes de estas/os “hijxs” desde sus dimensiones individuales y colectivas, explorando sus redes de inserción política, sus configuraciones identitarias, los capitales adquiridos y movilizados a lo largo de sus carreras. Indagando, a su vez, sobre el proceso de legitimación social atravesada por los “hijxs” a través de los años kirchneristas (2003-2015) y sus efectos en el campo político.<hr/>Abstract Almost four decades have passed since the end of the last military dictatorship in Argentina and its marks still linger in society, shaping the politics of the present. The human rights organizations’ fight demanding “memory, truth and justice” for the crimes committed at that time has not lost relevance. On the contrary, new activist generations continue arriving. In the mid-1990s, the daughters and sons of the victims (“hijxs”) burst onto the public scene with H.I.J.O.S. organization, achieving a marked prominence among the political youths of that time. Throughout the political cycles, the militancy of the “hijxs” took on different formats, renewing their repertoires of action and political strategies. This led some of them to occupy political positions in the government and the National Congress from 2007 onwards. This article proposes to approach the militant careers of these “hijxs” from their individual and collective dimensions, exploring their networks of political insertion, their identity configurations, the capitals acquired and mobilized throughout their careers. At the same time, it explores the process of social legitimation that the “hijxs” have undergone during the Kirchner years (2003-2015) and its effects on the political field.<hr/>Resumo Já passaram quase quatro décadas desde o fim da última ditadura militar na Argentina e as suas marcas ainda perduram na sociedade, moldando também a política do presente. A luta das organizações de direitos humanos exigindo “memória, verdade e justiça” pelos crimes cometidos nessa altura não perdeu a sua relevância; pelo contrário, continua a acolher novas gerações de activistas. Em meados da década de 1990, as filhas e filhos das vítimas (“hijxs”) irromperam na cena pública sob o guarda-chuva do grupo H.I.J.O.S., alcançando uma proeminência marcada entre a juventude política daquela época. Ao longo dos ciclos políticos, a militância dos “hijxs” assumiu diferentes formas, renovando os seus repertórios de acção e estratégias políticas. Isto levou alguns deles a ocupar posições políticas no Governo e no Congresso Nacional desde 2007. Este artigo propõe-se abordar as carreiras militantes destes “hijxs” a partir das suas dimensões individuais e colectivas, explorando as suas redes de inserção política, as suas configurações de identidade, as capitais adquiridas e mobilizadas ao longo das suas carreiras. Inquirir, por sua vez, sobre o processo de legitimação social atravessado pelos “hijxs” através dos anos Kirchnerist (2003-2015) e os seus efeitos no campo político.