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Parasitología al día

versión impresa ISSN 0716-0720

Parasitol. día v.24 n.3-4 Santiago jul. 2000

http://dx.doi.org/10.4067/S0716-07202000000300005 

Metazoários parasitos do peixe espada, Trichiurus lepturus (Osteichthyes: Trichiuridae) do litoral do estado do Rio de Janeiro, Brasil


LUCIANO OLIVEIRA DA SILVA*, JOSE LUIS LUQUE** e DIMITRI RAMOS ALVES**
METAZOAN PARASITES OF THE ATLANTIC CUTLASSFISH, Trichiurus lepturus (OSTEICHTHYES: TRICHIURIDAE) FROM COASTAL ZONE OF THE STATE OF RIO DE JANEIRO, BRAZIL

Between January and November of 1999, 55 specimens of Atlantic cutlassfish, Trichiurus lepturus Linnaeus, 1758 were captured of the coastal of the State of Rio de Janeiro, Brazil (21-23° S, 41-45° W), and necropsied to study of their metazoan parasites. Eleven species of metazoan parasites were collected in T. lepturus: 1 digenean, 1 monogenean, 2 cestodes, 1 acantocephalan, 5 nematodes, and 1 copepod. Trichiurus lepturus is a new host record for Callitetrarhynchus gracilis, Hysterothylacium sp., and Raphidascaris sp., Octoplectanocotyla trichiuri and Polymorphus sp. were recorded for the first time in Brazil.
Key words: Metazoan parasites; Taxonomic records; Trichiurus lepturus; Trichiuridae; Brazil.

INTRODUÇÃO

richiurus lepturus Linnaeus, 1758 é um peixe ósseo marinho costeiro, sendo encontrado também em mangues e estuários. Formam grandes cardumes e alimentam-se de peixes, moluscos e crustáceos. De ampla distribuição geográfica T. lepturus ocorre no Atlântico Ocidental de Massachusetts à Argentina.1

Este peixe constitui um importante recurso pesqueiro no litoral sudeste do Brasil e sua fauna parasitária tem sido objeto de alguns estudos preliminares, que incluem o registro de alguns metazoários parasitos.2-9

No presente trabalho foram registradas onze espécies de metazoários parasitos de T. lepturus do litoral do Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

MATERIAIS E METODOS

Foram necropsiados 55 espécimes de T. lepturus, no período de janeiro a novembro de 1999, provenientes do litoral do Estado do Rio de Janeiro, aproximadamente entre 21-23º S e 41-45º W. Os peixes examinados mediram 122,7 ± 8,6 (108-148) cm de comprimento total. Para coleta dos parasitos foram utilizadas peneiras de 10 cm de diâmetro e 154 µm de abertura. Os digenéticos foram fixados em AFA e para sua coloração foi utilizada hematoxilina de Delafied. Os monogenéticos foram fixados em AFA e corados com tricrômico de Gomori. Os acantocéfalos e cestóides foram colocados em água destilada na geladeira para provocar a extroversão das estruturas de fixação e foram fixados em AFA, sua coloração foi feita com carmalúmem de Mayer. Todos estes parasitas foram clarificados com creosoto de faia e montados em bálsamo do Canadá. Os nematóides foram fixados em AFA, conservados em etanol 70º GL e clarificados com lactofenol de Amann. Os copépodes foram fixados diretamente em etanol 70º GL e clarificados com ácido láctico. Espécimes representativos das espécies de helmintos foram depositados na Coleção Helmintológica da Fundação Instituto Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), Rio de Janeiro, RJ. Espécimes representativos dos copépodes foram depositados na Coleção de Crustacea do Museu Nacional/UFRJ, Quinta da Boa Vista, RJ, Brasil.


RESULTADOS

PLATYHELMINTHES Gengenbaur, 1859
DIGENEA Van Beneden, 1858
HEMIURIDAE Looss, 1899
Lecithochirium microstomum Chandler, 1935

Material estudado: dez espécimes corados e montados (CHIOC 34306 a-b).

Locais de infecção: estômago e intestino.
Comentários: Amato10 registrou L. microstomum parasitando Parona signata e Isopisthus parvipinnis no litoral de Florianópolis, Santa Catarina.

No Estado do Rio de Janeiro, registros de L. microstomum foram feitos em T. lepturus,4, 11Micropogonias furnieri,12, 13Oligoplites palometa, O. saurus e O. saliens,14Menticirrhus americanus,15 Caranx hippos e C. latus.16

MONOGENEA Van Beneden, 1858
OLIGONCHOINEA Bychowsky, 1937
PLECTANOCOTYLIDAE Monticelli, 1903
Octoplectanocotyla trichiuri Yamaguti, 1963

Material estudado: três espécimes corados e montados (CHIOC 34307),

Local de infecção: brânquias.

Comentários: Esta espécie foi originalmente descrita parasitando T. lepturus.17

Este é o primeiro registro de O. trichiuri no litoral brasileiro.

EUCESTODA Southwell, 1930
TRYPANORHYNCHA Diesing, 1863
DASYRHYNCHIDAE Dollfus, 1935
Callitetrarhynchus gracilis (Rudolphi, 1819)
(Larva plerocercóide)

Material estudado: três espécimes corados e montados (CHIOC 34308).

Locais de infecção: cavidade celomática e mesentério

Comentários: Larvas plerocercóides de C. gracilis foram registradas parasitando M. furnieri, no litoral do Estado do Rio Grande do Sul.18

Outros investigadores registraram este parasito em M. furnieri,19,20 e em O palometas, O. saurus e O. saliens coletados no litoral do Rio de Janeiro, Brasil.21, 22

Trichiurus lepturus é um registro de novo hospedeiro para C. gracilis.

TETRAPHYLLIDEA Carus, 1863
Scolex pleuronectis Müller, 1758
(Metacestóide)

Material estudado: Dez espécimes corados e montados (CHIOC 34309 a-b)

Local de infecção: estômago e intestino.

Comentários: Autores descreveram altera-ções no trato digestivo de T. lepturus causadas por S. pleuronectis, coletados no Oceano Índico, Índia.23

Scolex pleuronectis foi registrado em Pomatomus saltator.24, 25Orthopristis ruber e Haemulon steindachneri.26Mugil platanus.27 e em Caranx latus,16 estes registros foram feitos no litoral do Rio de Janeiro, Brasil.

ACANTHOCEPHALA Rudolphi, 1808
PALAEOCANTHOCEPHALA Meyer, 1931
POLYMORPHIDAE Meyer, 1931
Polymorphus sp. (Cistacanto)

Material estudado: dez espécimes corados e montados (CHIOC 34310 a-b).

Local de infecção: mesentério

Comentários: O ciclo biológico dos acantocefálos polimorfídeos inclui peixes teleósteos como portadores da forma infectante ou cistacanto. Os hospedeiros definitivos são aves e ocasionalmente mamíferos aquáticos.28 Este é o primeiro registro de cistacantos de espécies de Polymorphus parasitando peixes marinhos do litoral brasileiro.

NEMATODA Rudolphi, 1808
ASCARIDOIDEA Railliet & Henry, 1915
ANISAKIDAE Skrjabin & Karokhin, 1945
Anisakis sp. (larva)

Material estudado: cinco espécimes (CHIOC 33901).

Local de infecção: mesentério.

Comentários: No Rio de Janeiro, larvas de Anisakis sp. foram registradas em Scomber japonicus;29 T. lepturus,5-7, 24 P. saltator25 e em C. latus.16

Contracaecum sp. (larva)

Material estudado: vinte espécimes (CHIOC 34400).

Local de infecção: mesentério

Comentários: No Estado do Rio de Janeiro registros deste nematóide foram feitos por em S. japonicus;29P. saltator,24, 25 em T.s lepturus,5Pagrus pagrus,30 O. palometa, O. saurus e O. saliens, 21M. furnieri,13 em Menticirrhus americanus31 e em C. hippos e C. latus. 16

Hysterothylacium sp. (larva)

Material estudado: dois espécimes (CHIOC 34401).

Local de infecção: mesentério

Comentários: Hysterothylacium sp. foi registrado parasitando P. pagrus32 e C. latus no litoral do Estado do Rio de Janeiro.16

richiurus lepturus é um novo registro de hospedeiro para larvas de Hysterothylacium sp.

Pseudoterranova sp. (larva)

Material estudado: cinco espécimes (CHIOC 34402).

Local de infecção: mesentério

Comentários: No litoral Estado do Rio de Janeiro, registros de Pseudoterranova sp. foram feitos em S. japonicus;29P. saltator,24,25 P. pagrus,32 T. lepturus7e.C. hippos e C. latus.16.

Raphidascaris sp. (larva)

Material estudado: cinco espécimes (CHIOC 34403).

Local de infecção: mesentério.

Comentários: Raphidascaris sp. foi registrado em S. japonicus,29 P. saltator,24 P. pagrus32 e C. hippos16 no litoral do Estado do Rio de Janeiro.

Raphidascaris sp. (larva)

Material estudado: cinco espécimes (CHIOC 34403).

Local de infecção: mesentério.

Comentários: Raphidascaris sp. foi registrado em S. japonicus,29 P. saltator,24 P. pagrus32 e C. hippos16 no litoral do Estado do Rio de Janeiro.

Este anisakídeo foi registrado no litoral Norte-Fluminense parasitando Thyrsitops lepidopoides, Selene vomer, Nebris microps, e Percophis brasiliensis.11 Outros registraram este parasito em S. japonicus.3

Trichiurus lepturus é um novo registro de hospedeiro para larvas de Raphidascaris sp.

COPEPODA Edwards, 1840
SIPHONOSTOMATOIDA Latreille, 1829
CALIGIDAE Burmeister, 1835
Metacaligus uruguayensis Thomsen, 1949

Material estudado: dez machos e dez fêmeas (MNRJ 14008).

Local de infecção: brânquias.

Comentários: No Brasil, foram feitos registros de M. uruguayensis parasitando T. lepturus, no litoral do Rio Grande do Sul8 e no Rio de Janeiro.9

RESUMO

Entre janeiro a novembro de 1999 foram examinados 55 espécimes de Trichiurus lepturus Linnaeus, 1758 (Osteichthyes: Trichiuridae) provenientes do litoral do Estado do Rio de Janeiro, Brasil (aprox. 21-23° S, 41-45° O), sendo necropsiados para estudo dos seus metazoários parasitos. Onze espécies de metazoários parasitos foram encontrados: 1 digenético, 1 monogenético, 2 cestóides, 1 acan-tocéfalo, 5 nematóides e 1 copépode. Trichiurus lepturus é um novo registro de hospedeiro para as seguintes espécies: Callitetrarhynchus gracilis, Hysterothylacium sp. e Raphidas-caris sp. Octoplectanocotyla trichiuri e Polymorphussp. são registrados pela primeira vez no Brasil.

*Curso de Pós-Graduação em Biologia Animal, UFRRJ.
**Departamento de Parasitologia Animal - Curso de Pós-Graduação em Medicina Veterinária - Parasitologia Veterinária, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Caixa Postal 74508, CEP 23851-970, Seropédica, RJ, Brasil. e-mails: jlluque@ufrrj.br., dimralves@uol.com.br.

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