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Parasitología al día

versión impresa ISSN 0716-0720

Parasitol. día v.22 n.1-2 Santiago ene. 1998

http://dx.doi.org/10.4067/S0716-07201998000100006 

TRABAJO DE INVESTIGACION


TREMATODEOS DIGENETICOS PARASITOS DE
Menticirrhus americanus (OSTEICHTHYES: SCIAENIDAE)
NO LITORAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, BRASIL


NILTON D. CHAVES* e JOSE LUIS LUQUE*


DIGENEAN TREMATODES PARASITES IN Menticirrhus americanus
(OSTEICHTHYES: SCIAENIDAE) FROM LITTORAL OF THE STATE OF RIO DE
JANEIRO, BRAZIL


Seven species of Digenean parasites in Menticirrhus americanus (Osteichthyes: Sciaenidae) from the State of Rio de Janeiro, Brazil, were recorded: Brachadena pyriformis, Lecithochirium microstomum, Gonocercella pacifica, Sclerodistomum prevesiculatum, Bucephalus varicus, Prosorhynchus ozakii and Opecoeloides polynemi.
Key words: Digenea; Marine fish; Sciaenidae, Menticirrhus americanus; Brazil.

*Departamento de Parasitología Animal - Curso de Pós-Graduaçãco em Medicina Veterinária - Parasitologia Veterinária, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Caixa Postal 74508, Seropédica, RJ, Brasil, 23890-000. e-mail: jlluque@ufrrj.br.

INTRODUÇAO

Menticirrhus americanus é um peixe bentõnico encontrado geralmente em fundos de areia ou areia e lama, formando pequenos cardumes em águas costeiras de pouca profundidade, e também em regiões estuarinas. Distribui-se desde Cabo Code (Estados Unidos) até a Argentina.1
Atualmente são conhecidas nove espécies de matazoários parasitas em M. americanus no litoral do Oceano Atlântico. Digenea é o táxon que tem mais espécies parasitando este peixe, sendo no total cinco, destas, três ocorreram no litoral Atlântico dos Estados Unidos: Stephanostomum imparispine, Opecoeloides fimabriatus e Glaucivermis spinosus.2-4 As outras duas espécies foram registradas no Brasil: Bucephalus varicus nos Estados do Rio de Janeiro e de Santa Catarina e Opecoeloides pedicathedrae no Estado do Rio de Janeiro.5-7 No presente trabalho são registradas sete espécies de digenéticos parasitas de M. americanus no litoral do Estado do Rio de Janeiro.


MATERIAL E METODOS

Foram necropsiados 115 espécimes de M. americanus, no período de fevereiro de 1995 a março de 1996 provenientes da área litorãnea do Estado do Rio de Janeiro, aproximadamente entre 21-23°S e 41-45°O. A determinação dos hospedeiros foi feita de acordo com Menezes & Figueiredo.1 Os peixes examinados mediram 28,4 ± 7,7 (17,0-48,0) cm de comprimento total, e pesaram 335,7 ± 329,5 (54,0-1.580,0) g. Os trematódeos digenéticos foram coletados através da lavagem do conteúdo do trato digestivo com água de torneira passando por uma peneira 154 µm de abertura e posteriormente fixados em AFA. Para a coloração foram usados hematoxilina de Delafield e carmalúmen de Mayer, em seguida, foram clarificados em creosoto de faia e montados em bálsamo do Canadá. As medidas estão indicadas em micrometros, a menos que outra unidade seja indicada. Os espécimes representativos foram depositados na Coleção Helmintológica da Fundação Instituto Oswaldo Cruz (Chioc), Fiocruz, Río de Janeiro, R J.


RESULTADOS

PLATYHELMINTHES
DIGENEA Van Beneden, 1858
HEMIURIDAE Looss, 1899
Brachadena pyriformis Linton, 1910

Medidas (baseadas em oito espécimes montados): Comprimento total, 0,69-1,36 mm (0,99 mm), largura máxima 239-533 (367). Acetábulo, 132-343 (224) de comprimento, 123-335 (222) de largura. Ventosa oral, 70-141 (107) de comprimento, 70-141 (105) de largura. Faringe, 35-61 (46) de comprimento, 35-61 (52) de largura. Testículos, 61-185 (120) de comprimento, 114-176 (138) de largura. Ovário, 79-123 (101) de comprimento, 79-97 (88) de largura. Ovos, 26-35 (32) de comprimento, 17 de largura.

Local de infecção: estômago e intestino.
Prevalência: 18,3%.
Intensidade média: 2,0.
Material depositado: CHIOC N° 33769 a, b.

Comentários: Amato8 descreveu espécimes de B. pyriformis parasitando o estômago de vários hospedeiros, entre eles o sciaenídeo Isopisthus parvipinnis (Cuv.), em Florianópolis, Estado de Santa Catarina. Outros registros deste parasito no Brasil foram feitos para os haemulídeos Orthopristis ruber (Cuv.). e Haemulon steindachneri na Baia de Sepetiba, Estado do Rio de Janeiro.9 As características dos espécimes coletados no presente trabalho são similaris com aquelas apresentadas em descrições anteriores. M. americanus é um novo registro de hospedeiro para B. pyriformis.

Gonocercella pacifica Manter, 1940

Medidas (baseadas em seis espécimes montados): Comprimento total 2,72-3,94 mm (3,13 mm), largura 624-1250 (962). Acetábulo, 467-608 (533) de comprimento, 388-564 (487) de largura. Ventosa oral, 238-361 (295) de comprimento, 220-335 (278) de largura. Faringe, 105-167 (136) de comprimento, 158-185 (170) de largura. Testículo anterior, 132-299 (211) de comprimento, 132-220 (182) de largura; posterior, 132-158 (147) de comprimento, 141-229 (169) de largura. Ovário, 97-211 (138) de comprimento, 97-202 (130) de largura. Ovos, 52-61 (55) de comprimento, 35-52 (47) de largura.

Local de infecção: estômago e intestino.
Prevalência: 2,6%.
Intensidade média: 3,3.
Material depositado: CHIOC N° 33771a-d.

Comentários: Esta espécie foi descrita originalmente com material coletado de Trachinotus rhodopus (Gill), proveniente das llhas Galápagos e áreas adjacentes no Pacífico.10 O segundo registro de G. pacífica foi feito no Brasil, em T. glaucus, no litoral do Estado do Río de Janeiro, incluindo descrição da espécie.11 Luque & Oliva12 registraram G. pacifica pela primeira vez no Peru e no Chile, em peixes do mesmo gênero. As características dos espécimes estudados no presente trabalho conferem com as descrições anteriores, constituíndo o primeiro registro de G. pacifica parasitando sciaenídeos.

Lecithochirium microstomum Chandler, 1935

Medidas (baseadas em oito espécimes montados): Comprimento total 2,16-4,26 mm (3,29 mm), largura 399-799 (586). Acetábulo 299-485 (411) de comprimento, 264-449 (375) de largura. Ventosa oral, 114-149 (134) de comprimento, 114-158 (142) de largura. Faringe 52-88 (70) de comprimento, 61-97 (81) de largura. Testículo anterior, 158-335 (248) de comprimento, 132-317 (234) de largura; posterior, 176-370 (278) de comprimento, 141-361 (267) de largura. Vesícula seminal, 246-352 (311) de comprimento, 229-370 (276) de largura. Ovário, 167-308 (241) de comprimento, 264-335 (295) de largura. Ovos, 17 de comprimento, 8 de largura.

Local de infecção: estômago e intestino.
Prevalência: 22,6%.
Intensidade média: 3,0.
Material depositado: CHIOC N° 33770 a-f.

Comentários: L. microstomum é uma espécie eurixena que possui uma ampla distribuição geográfica, sendo registrada por diversos autores, em vários hospedeiros nos Oceanos Atlântico e no Pacífico.10, 13-16 No Brasil, esta espécie foi registrada no Estado de Santa Catarina, parasitando Parona signata e I. parvipinnis, e no Estado do Río de Janeiro parasitando Micropogonias furnieri. Oligoplites palometa, O. saurus e O. saliens,8, 17, 18 As características dos espécimes coletados em M. americanus concordam com aquelas apresentadas em descrições anteriores, constituíndo um novo registro de hospedeiro para L. microstomum.

SCLERODISTOMIDAE Odhner, 1927
Sclerodistomum prevesiculatum (Freitas &
Kohn, 1966) Gibson & Bray, 1977

Medidas (baseadas em 4 espécimes montados): Comprimento total 7,36-15,46 mm (11,50 mm), largura 2,40-4,80 mm (3,42 mm). Acetábulo, 1,17-1,65 mm (1,51 mm) de comprimento, 1,15-1,68 mm (151 mm) de largura. Ventosa oral, 586-959 (819) de comprimento; 666-1013 (819) de largura. Faringe, 293-319 (306) de comprimento, 266-506 (366) de largura. Testículo direito, 426-719 (566) de comprimento, 373-533 (479) de largura; esquerdo, 399-746 (566) de comprimento, 373-533 (466) de largura. Ovário, 293-479 (386) de comprimento, 319-399 (359) de largura. Ovos, 35-44 (39) de comprimento, 35 de largura.
Local de infecção: estômago.
Prevalência: 2,6%.
Intensidade média: 1,3.
Material depositado: CHIOC N° 33772, 33773 a, b.
Comentários: Esta espécie foi descrita originalmente como Mabiarama prevesiculata, espécie tipo do gênero, coletada do estômago de Rachycentron canadus.19 Gibson & Bray20 sinonimizaram Mabiaramidae com Sclerodistomidae e transferiram M. prevesiculata para o gênero Sclerodistomum. Os espécimes coletados no presente trabalho são maiores que os encontrados por Freitas & Kohn.19 M. americanus é um novo registro de hospedeiro para esta espécie.

BUCEPHALIDAE Poche, 1907
Bucephalus varicus Manter, 1940

Medidas (baseadas em 25 espécimes montados, dez medidos): Comprimento total 0,85-1,25 mm (1,04 mm), largura 106-213 (159). Boca a 449-776 (599) da extremidade anterior. Faringe, 44-52 (46) de diâmetro. Testículo anterior, 61-79 (67) de comprimento, 44-70 (56) de largura; posterior, 52-70 (63) de comprimento, 52-79 (61) de largura. Bolsa do cirro, 194-388 (269) de comprimento, 35-52 (45) de largura Ovário, 52-79 (61) de comprimento, 44-52 (45) de largura. Ovos 17-26 de comprimento, 8 de largura.
Local de infecção: estõmago, intestino e cecos pilóricos.
Prevalência: 35,6%.
Intensidade média: 12,0.
Material depositado: CHIOC N° 33774 a-d.
Comentários: Manter10descreveu B. varicus com material coletado em peixes do gênero Caranx, da Bahia Honda, Panama. No Brasil, esta espécie foi registrada em M. americanus na Baía de Guanabara, Estado do Rio de Janeiro; em M. littoralis e M. americanus em Florianópolis, Estado de Santa Catarina; e em O. palometa, O. saurus e O. saliens na Baía de Sepetiba, Estado do Rio de Janeiro.5, 7, 18 As características dos espécimes estudados no presente trabalho concordam com aquelas apresentadas em descrições anteriores, sendo a maioria destes coletados nos cecos pilóricos dos referidos peixes.

Prosorhynchus ozakii Manter, 1934

Medidas (baseadas em 15 espécimes, dez medidos): Comprimento total 1,47-1,92 mm (1,69 mm), largura 319-479 (423). Rhynchus, 132-432 (312) de comprimento, 105-352 (263) de largura. Faringe, 105-119 (114) de comprimento, 105-141 (122) de largura. Intestino 485-705 (535) de comprimento, 264-414 (326) de largura. Testículos, 97-167 (127) de comprimento, 97-175 (135) de largura. Bolsa do cirro, 246-361 (338) de comprimento, 97-400 (137) de largura. Ovário, 44-52 (49) de diâmetro. Ovos, 17 de diâmetro.
Local de infecção: estômago e intestino.
Prevalência: 10,4%.
Intensidade média: 4,1.
Material depositado: CHIOC N° 33775 a-f.
Comentários: Esta espécie foi descrita na Flórida, EUA;21 parasitando Epinephelus niveatus (Cuv. & Val.) sendo depois assinalada nas Ilhas Galápagos10 e no Pacífico sul-americano.14 No Brasil, P. osakii foi registrada parasitando Garrupa sp. (Serranidae) no litoral do Estado do Rio de Janeiro,22 e em O. ruber de Florianópolis, Estado de Santa Catarina.7 Mais recentemente, esta espécie foi registrada novamente no Estado do Rio de Janeiro.9 Alguns espécimes encontrados no presente trabalho também foram encontrados nas brânquias e na boca, possivelmente por efeito da regurgitação ocasionada pelo estress na captura e morte do peixe. M. americanus é um novo registro de hospedeiro para P. osakii.

OPECOELIDAE Ozaki, 1925
Opecoeloides polynemi Wicklen, 1946

Medidas (baseadas em 20 espécimes montados, dez medidos): Comprimento total 2,21-3,86 mm (3,20 mm), largura 266-373 (336). Acetábulo, 246-370 (289) de comprimento, 176-264 (198) de largura. Ventosa oral, 132-202 (174) de comprimento, 149-282 (203) de largura. Faringe, 61-123 (93) de comprimento, 79-123 (94) de largura. Testículo anterior, 176-317 (244) de comprimento, 158-220 (197) de largura; posterior, 202-335 (284) de comprimento, 158-273 (208) de largura. Ovário, 121-202 (154) de comprimento, 123-176 (144) de largura. Ovos, 52 de comprimento, 35-44 (37) de largura.
Local de infecção: estõmago e intestino.
Prevalência: 28,7%
Intensidade média: 4,2.
Material depositado: CHIOC N° 33776 a-e.
Comentários: No Brasil, Amato23 registrou O. polynemi a partir de um espécime jovem coletado em M. fumieri no Estado de Santa Catarina, e sugeriu que O. pedicathedrae parasito de Umbrina coroides Cuv. & Val. no litoral do Estado do Espírito Santo, e registrada também por Fábio6 parasitando M. americanus no Estado do Río de Janeiro, podería ser sinônimo de O. polynemi. Ao compararmos os espécimes encontrados em M. americanus no presente trabalho, observamos que se encaixam perfeitamente nas descrições feitas pelos autores supra-citados, confirmando a proposta de sinomia mencionada anteriormente.23

REFERENCIAS
 

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Agradecimientos. A fundacao de Amparo a Pesquisa do Estado Rio de janeio (FAPER) pelo auxilio financeiro.