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Revista chilena de nutrición

versión On-line ISSN 0717-7518

Rev. chil. nutr. v.31  supl.1 Santiago nov. 2004

http://dx.doi.org/10.4067/S0717-75182004031100005 

 

Rev Chil Nutr Vol. 21, Suplemento N° 1, Noviembre 2004, pásg: 177-182

Artículos Originales

EFEITOS DE NARINGENINA E BIXINA ASSOCIADOS COM LEITE DE CABRA SOBRE O METABOLISMO LIPÍDICO DE COELHOS.

EFFECT OF THE NARINGENINE AND BIXIN ASSOCIATED WITH GOAT MILK ON LIPID METABOLISM OF RABBITS.

 

Fabiana Carvalho R.(1), Tânia Toledo de O.(1), Tanus Jorge Nagem(2), Paulo César Stringheta(3), Davilson Bragine F. Junior(1).

(1)Laboratório Biofármacos. Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular da Universidade Federal de Viçosa, Viçosa, Minas Gerais, Brasil.
(2)Departamento de Química, Instituto de Ciências Exatas e Biológicas da Universidade Federal de Ouro Preto, 35400-000, Ouro Preto, Minas Gerais, Brasil.
(3) Departamento de Tecnologia de Alimentos da Universidade Federal de Viçosa, Viçosa, Minas Gerais, Brasil.

Dirección para correspondencia


RESUMO

Com o objetivo de avaliar o efeito do flavonóide naringenina e do carotenóide bixina associado com o leite em pó de cabra sobre o metabolismo lipídico foi realizado um experimento com coelhos da raça Nova Zelândia por um período de 31 dias. Foram coletadas amostras de sangue e o soro obtido foi utilizado para a determinação de colesterol total, colesterol-HDL e triacilgliceróis.

As duas substâncias associdas com o leite reduziram as concentrações de colesterol, sendo o melhor resultado obtido com o grupo leite de cabra + naringenina no 16º dia e 31º dia. Em relação às concentrações de triacilgliceróis o grupo leite de cabra + naringenina apresentou o melhor resultado, tendo uma redução significativa no 16º dia e 31º dia. Para o colesterol-HDL, todos os grupos apresentaram bons resultados, aumentando as concentrações desse parâmetro, tendo destaque o grupo leite de cabra + bixina no16º dia e 31º dia.

Palvras chaves: naringenina, bixina, leite de cabra, metabolismo lipídico, coelho.

ABSTRACT

With the objective of evaluating the effect of the flavonoid naringenine and the carotenoid bixin associated with powder goat milk on lipid metabolism an experiment was accomplished with New Zeland rabbits strain for a period of 31 days.

Blood samples were collected and the serum obtained was used for the determination of the total cholesterol, cholesterol-HDL and triacilgliceroids.

The two substances (naringenine and bixine) associated with the goat milk reduced the cholesterol concentrations. The best result was obtained with the group goat milk + naringenine in the 16º day and 31º day. In relation to the triacilgliceroid concentrations, the group goat milk + naringenine presented the best result, tending to have a reduction in the 16º day and 31º day. For the cholesterol-HDL, all the groups presented good results, increasing the concentrations of that parameter, tending to prominence the group goat milk + bixin in the 16º day and 31º day.

Key words: naringenine, bixin, goat milk, lipidic metabolism, rabbit.


INTRODUÇÃO

Historicamente, o estado nutricional de populações vivendo em países industrialmente desenvolvidos pode claramente ser mostrado pelas tendências desfavoráveis como o excessivo consumo de gorduras, principalmente saturadas, excessivo consumo de açúcar e sal e, ainda, diminuição considerável do consumo de amido e fibras dietéticas(1).

Além de nutrir, os alimentos possuem componentes ativos que atuam no organismo, produzindo efeitos benéficos à saúde(2). Os estudos desses componentes ativos conduziram ao conceito de alimentos funcionais(3). O termo alimento funcional originou-se no Japão em 1980, quando foi utilizado pela indústria para descrever alimentos fortificados com ingredientes específicos, inferindo-lhes certos benefícios para a saúde. (4).

Em 1994, o mercado global estimado para produtos funcionais foi de US$ 6,6 bilhões e de US$ 17 bilhões para o ano de 2000 (4).

Dentre os constituintes ativos dos alimentos com propriedades farmacológicas estão os flavonóides que são encontrados em quase todas as plantas e que possuemvárias propriedades farmacológicas e toxicológicas. Inúmeras pesquisas já constataram que eles possuem atividades múltiplas como vasodilatadores, anticarcinogênicos, antiinflamatórios, antibacterianos, antialérgicos, antivirais e antioxidantes (5-8).

Estudos realizados na Finlândia, em sete países europeus e nos países baixos demonstraram que a presença dos flavonóides apigenina, luteolina, kaempherol, miricetina e quercetina na dieta, foi inversamente correlacionado com mortalidade provocada por desordens cardíacas (9).

Nijveldt et al.(10) demonstraram que flavonóides podem prevenir a injúria causada pelos radicais livres de maneiras diferentes, sendo uma delas, a remoção direta radicais livres. Desta forma, os flavonóides podem inibir a oxidação da LDL in vitro e esta ação tem efeito preventivo em relação à aterosclerose. A epicatequina e rutina possuem esta propriedade. A habilidade da rutina em remover radicais livres pode ser devido à inibição da atividade da enzima xantina oxidase.

Dentre outras classes de substâncias com propriedades farmacologicas estão os carotenóides como a vitamina A (derivada do b-caroteno mediante a cisão e oxidação), que esta envolvida no processo de visão, reprodução e desenvolvimento normal da pele (11).

Kohlmeier e Hastings (12) relataram que vários estudos epidemiológicos evidenciaram que a ingestão de (b caroteno promove um efeito preventivo na incidência da doença cardiovascular.

Estudos realizados por Valente et al. (13) mostraram que os corantes naturais cúrcuma, antocianina, carmim e monascus diminuíram as concentrações de colesterol total e colesterol-HDL em ratos hipercolesterolêmicos. Observou-se também, uma redução nas concentrações de triacilgliceróis, com exceção do carmim, que não apresentou significância na redução deste parâmetro.

Devemos ressaltar o leite que de acordo com Massey (14), evidências clínicas e bioquímicas indicam que o consumo do mesmo e produtos lácteos estão associados à redução da pressão arterial e ao risco de derrame. Essa propriedade não foi atribuída especificamente a um único nutriente, dentre os que podem ser encontrados no leite. Segundo a pesquisa, o equilíbrio metabólico entre o cálcio, magnésio e potássio é fundamental na redução do risco de pressão alta e derrame. O leite e os produtos lácteos mantêm quantidades significativas de cálcio, magnésio e potássio após a industrialização, sendo, portanto, fontes importantes desses minerais na dieta alimentar. Além disso, o leite contém baixa quantidade de sódio, que também traz benefícios à redução da pressão arterial.

O valor nutricional do leite de cabra é amplamente conhecido no meio científico e sua importância na alimentação das populações, principalmente das crianças e de idosos, tem sido destacada em muitas pesquisas. É um alimento de fácil digestão, resultante da riqueza em extrato seco, do tamanho de suas moléculas de gordura (menor diâmetro), sendo digerido no estômago humano em torno de 40 minutos após seu consumo, enquanto que o leite de vaca leva, aproximadamente, duas horas e meia. Em países desenvolvidos, o leite caprino é muito utilizado na geriatria como produto dietético (15).

OBJETIVO

Este trabalho foi desenvolvido com o objetivo de avaliar o efeito do flavonóide naringenina e do carotenóide bixina associados com leite em pó de cabra sobre o metabolismo lipídico de coelhos.

MATERIAL E MÉTODOS

Este trabalho foi realizado no Laboratório Biofármacos do Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular da Universidade Federal de Viçosa (UFV).

Para a realização deste ensaio biológico foram utilizados 48 coelhos albinos, machos, da raça Nova Zelândia, com 70 dias de vida e peso médio de 2.160 g fornecidos pela Cunicultura do Departamento de Zootecnia da UFV.

Os animais foram acondicionados aleatoriamente e mantidos até o final do experimento em gaiolas individuais, passando por um período de adaptação de 5 dias onde receberam ração comercial da marca Guabi e água "ad libitum".

Foram constituídos 5 grupos experimentais, contendo 6 animais cada um, distribuídos ao acaso, sendo que o grupo controle G1 recebeu, diariamente, 120g de ração (R), o grupo G2 recebeu, diariamente, 120 g de ração e colesterol (RC), o grupo G3 recebeu, diariamente, 110g de ração, 10g de leite e colesterol(RLC), o grupo G4 recebeu, diariamente,110 g de ração, 10 g de leite, colesterol e naringenina(RLCN) e o grupo G5 recebeu, diariamente, 110g de ração 10 g de leite, colesterol e bixina(RLCB).

O leite em pó de cabra, fornecido pelo Laticínio UFV/Funarbe, foi misturado à ração previamente triturada.

O flavonóide naringenina e o carotenóide bixina foram fornecidos nas doses de 30 mg/kg e 125 mg/kg de peso corporal, respectivamente, também, adicionados à ração previamente triturada conforme experiências anteriores realizadas no Biofármacos.

Para induzir a hiperlipidemia foram fornecidos aos animais 0,5% de colesterol marca Vetec PF-146-148o C, perda por secagem a 60oC de 0,1% e cinzas sulfatadas de 0,05%. Ele foi misturado na ração com o leite e as substâncias testadas, sendo que a naringenina e a bixina de marca Extrasynthese de pureza 90 e 95% respecivamente.

Para realização das dosagens sorológicas de triacilgliceróis, colesterol total e colesterol-HDL foram coletadas amostras de sangue no tempo zero (após os 5 dias de adaptação, caracterizando o início do experimento), 16º e 31º dias do ensaio. Os animais encontravam-se em jejum de doze horas, e, a coleta de sangue foi efetuada pelo plexo venoso retro-orbital utilizando-se capilar. As amostras de sangue foram centrifugadas à 7.100 x g, durante 15 minutos para obtenção do soro. As dosagens sorológicas foram efetuadas no equipamento de dosagens multiparamétrico de Bioquímica (Alizé) utilizando-se kits da marca BioMérieux, conforme as recomendações do fabricante.

RESULTADOS

A Tabela I nos mostra as concentrações de colesterol total em mg/dL de sangue dos animais aos 0, 16 e 31 dias.


A Tabela 1 mostra que a comparação entre os grupos de animais que receberam colesterol (G2) com os que receberam leite e colesterol na dieta (G3) não mostrou diferenças estatisticamente siginficativas.

Aos 16 e 30 dias G4 e G5 mostraram reduções de 20,62 % e de 16,06 % respectivamente para G4 e de 17,03% e 8,14% para G5. Essas reduções, de acordo com os significado clínico são consideráveis para esse lipídeo.

No 16° dia houve um aumento de 4,18%, e, de 20,62% no 31º dia nas concentrações de colesterol do grupo tratado com leite de cabra. No grupo que recebeu leite de cabra + naringenina houve uma redução de 20,62 % no 16º dia e 16,06% no 31º e no grupo que recebeu leite de cabra + bixina houve uma redução de 17,03% no 16º dia, e, de 8,14% no 31º dia nas concentrações desse constituinte sangüíneo. Entretanto, não houve diferença estatisticamente significativa entre as médias dos tratamentos em comparação com o grupo tratado com ração + colesterol.

A Tabela 2 apresenta as concentrações de colesterol - HDL em mg/dL de sangue dos animais aos 0, 16 e 31 dias.


Os resultados apresentados na Tabela 2 mostraram que houve um aumento em todos os tratamentos nas concentrações de colesterol-HDL, embora não tenha ocorrido diferença estatisticamente significativa pelo teste de Tukey.

No grupo G4 (leite de cabra + naringenina) ocorreu um aumento de 26,49% com 16 dias e 36,67% com 31 dias. No entanto, o melhor resultado foi obtido no grupo G5, com leite de cabra + bixina, uma vez que esse tratamento apresentou um aumento do constituinte analisado de 56,79% com 16 dias e 40,39% com 31 dias.

As concentrações de triacilgliceróis em mg/dL de sangue dos animais aos 0, 16 e 31 dias estão apresentadas na Tabela 3.


Em relação às concentrações de triacilgliceróis houve um aumento nos animais do grupo G5 (leite de cabra + bixina), porém esse resultado ainda foi melhor que o grupo G3 (leite de cabra). O G5 apresentou uma porcentagem de variação de 8,60% e 1,95% no 16° e 31° dia, respectivamente, enquanto que, no G3 o aumento foi de 13,41% (16° dia) e 4,60% (31° dia).

O único grupo que apresentou redução dos níveis de triacilgliceróis foi o G4 (leite de cabra + naringenina) que foi de 10,28% no 16º dia e de 23,53% no 31º dia.

DISCUSSÃO

Silva (17) avaliou os efeitos dos corantes naturais cúrcuma e norbixina no controle do metabolismo lipídico em aves, tratadas com uma dieta contendo ração e gordura de suíno. Houve redução nas concentrações séricas de colesterol, colesterol-LDL e de triacilgliceróis, e um aumento nas concentrações de colesterol-HDL.

Lima et al.(18) administraram o carotenóide bixina (95%) na dose de 10 mmol/Kg de peso corporal, por via intraperitoneal a coelhos e verificaram que houve um aumento nas concentrações de colesterol-HDL. Isto é um resultado positivo, visto que esta lipoproteína realiza o transporte do colesterol da circulação periférica para o fígado, onde é metabolizado.

Porém Martínez et al (19) verificaram que em muitas frutas e vegetais, a atividade antioxidante dos flavonóides é mais importante que a atividade antioxidante da vitamina C, a-tocoferol ou b-caroteno. Devido a esta propriedade, os flavonóides podem proteger as células das atividades dos compostos cancerígenos por estimular a atividade das enzimas detoxificadoras.

Estudos com animais demonstraram que os antioxidantes bloqueiam as fases de iniciação e desenvolvimento da carcinogênese (20). O mecanismo, pelo qual os radicais livres interferem nas funções celulares, não está totalmente esclarecido, mas um dos eventos importantes parece ser a peroxidação lipídica, que pode provocar danos às membranas celulares (10).

Martínez et al.(19) relataram que os radicais livres são capazes de iniciar reações de peroxidação nas cadeias de ácidos graxos poliinsaturados, inativar proteínas e enzimas por reações com os aminoácidos e, também, causar lesões no RNA e DNA pela interação com a guanina.

Os flavonóides inibem a peroxidação lipídica in vitro por atuar na eliminação de ânions superóxidos e radicais hidroxilas. Em adição a sua propriedade antioxidante, alguns flavonóides têm a capacidade de quelar íons metálicos, reduzindo assim, a peroxidação induzida por metais. A atividade biológica dos flavonóides e seus metabólitos dependem de sua estrutura química e também dos grupos ligados na molécula (21).

Pesquisas demonstraram que os flavonóides interagem com vários sistemas de enzimas. Nijveldt et al.(10) relataram que espécies reativas de oxigênio na presença de ferro resultam na peroxidação lipídica. Alguns flavonóides, como a quercetina, podem quelar o ferro e assim, contribuir para inibição da peroxidação lipídica.

A regulação da concentração plasmática de colesterol envolve fatores que influenciam tanto o metabolismo do colesterol intracelular como extracelular. Duas enzimas chaves estão envolvidas nesse processo, a 3-hidroxi-3-metilglutaril-CoA (HMG-CoA) redutase e a acil-CoA-colesterol acil transferase (ACAT). BOK et al. (1999) (22) administraram uma mistura contendo naringina e hesperidina obtidos do extrato da casca da tangerina a ratos hiperlipidêmicos e verificaram que esses flavonóides são potentes inibidores dessas enzimas.

CONCLUSÕES

As substâncias (naringenina e bixina) associadas com o leite de cabra,reduziram as concentrações de colesterol, sendo o melhor resultado obtido com o grupo leite de cabra + naringenina (20,62% com 16 dias e 16,06% com 31 dias). Em relação às concentrações de triacilgliceróis, o grupo leite de cabra + naringenina apresentou o melhor resultado, tendo uma redução de 10,28% com 16 dias e 23,53% com 31 dias. Para o colesterol-HDL, todos os grupos apresentaram bons resultados, aumentando as concentrações desse parâmetro, tendo destaque o grupo leite de cabra + bixina (56,79% com 16 dias e 40,39% com 31 dias).

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Dirigir la correspondencia a:

Profesor
Tanus Jorge Nagem2
tjnagem.bh@terra.com.br