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Alpha, é uma
revista semestral fundada em 1985 por acadêmicos do departamento
de Ciências Humanas e Artes da Universidade dos Lagos (Osorno, Chile).
Durante este tempo, tem concentrado em suas páginas o interesse
pela arte, letras e filosofia com o objetivo comum de constituir um espaço
acadêmico para a difusão de pesquisas sobre estudos literários
e ciencias humanas, em geral.
Alpha é portanto, uma evidente proposta interdisciplinar
em torno das ciências em que o status da igualdade é oferecido
aos especialistas destas matérias, a partir de uma perspectiva
transdiscurssiva. Em sua versão eletrônica, seu objetivo
é aplicar as potencialidades que oferece a Internet para a transmissão
e o intercâmbio da pesquisa e do conhecimento que concernem à
cultura instruída e a semiosis da imagem e das comunicações
sociais. Este projeto concilia, também, a necessidade urgente de
incorporar tais pesquisas no decurso da globalização da
cultura, de modo que a área de ciências humanas e da interação
social que são cumpridas por meio dos processos semióticos,
siga seu caminho nas novas estradas da informação. Alpha
é, conseqüentemente, uma proposta intelectual, analítica
e teórica, assumida por parte de um grupo de acadêmicos do
Departamento de Humanidades e Artes desta Universidade que -decididos
a fomentar laços em torno de suas respectivas disciplinas- tentam
fortificar esta área do conhecimento que -como outras- farão
da Internet um instrumento insubstituível.
De fato, é uma verdade o aumento do uso da rede na vida acadêmica,
razão pela qual a Internet apresenta-se como um instrumento chave
para a pesquisa; prova de isso são as bibliotecas virtuais e os
catálogos bibliográficos que podem ser consultados de cada
local de trabalho, sem nenhuma necessidade de deslocamentos até
os arquivos físicos; precisas e atualizadas referências bibliográficas
podem ser completadas graças a diretórios detalhados; buscadores
especializados ou páginas institucionais encurtam tempos e distâncias.
Pelo mesmo, as possibilidades da Internet para o acadêmicos e o
pesquisador não estão somente em sua realidade atual, mas
em um futuro eminente, potencialidade que chega mais longe do imaginável
e depende, em grande parte, do que os própios especialistas pretendam
fazer da Rede.
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