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SISTEMA DE CITAS
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Os títulos de novelas, poemas, antologias, pinturas, filmes,
livros de fotografia, de pintura, de esculturas, revistas e diários
devem estar em letra cursiva, tanto no texto como na lista de referências.
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A fórmula geral para citas dentro do texto é mencionar
entre parêntesis o sobrenome do autor, o ano de publicação
e o número da página se a cita for literal, de acordo com
a seguinte fórmula: (Foucault, 1997: 143).
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Se no corpo do relato for mencionado o autor, seu sobrenome pode
aparecer seguido do ano de publicação do título entre
parêntesis, e com o número de página se a referência
lhe dá o mérito: Michel Foucault (1997: 143) afirma que...
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Se o relato não supõe ambigüidades a respeito
do autor e do título que está sendo citado, apenas faz falta
mencionar entre parêntesis o número de página: (143).
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Se dois ou mais títulos de um mesmo autor citado no relato
têm o mesmo ano de publicação, na lista de referências
devem ser ordenados alfabeticamente e deveriam ser citados no corpo do
texto como 1997a, 1997b, 1997c, etc.
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As citas literais de menos de 40 palavras podem ir entre aspas
no corpo do relato. As citas literais mais extensas devem ser separadas
como um parágrafo diferente e justificado a 10 pontos da margem
direita. Se a cita supõe uma ênfase, indique se pertence
ou não ao original. Exemplo:
Segundo Heidegger: unicamente onde haja palavra haverá mundo;
isto é, uma área circular, com rádio continuamente
variável, de decisão e obras, de atos e responsabilidades
e ainda de arbitrariedade e alvoroço, de caídas e extravios.
E somente onde haja mundo haverá história (1994: 27; a ênfase é nossa).
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Se a cita se estender por duas ou mais páginas no documento
original, está permitido usar a seguinte fórmula: (288-9).
Isto significa que a cita está entre as páginas 288 e 289.
• As elipses sejam no princípio, meio ou fim da cita devem
ir com três pontos separados por um espaço e entre colchetes:
[...].
NOTAS DE RODAPÈ E LISTA DE REFERÊNCIAS
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As notas de rodapé com referências bibliográficas
dos textos citados não são pertinentes. Toda informação
bibliográfica vai ao final do artigo em uma lista de referências.
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Somente é justificado usar uma nota de rodapé se
for para esclarecer algum conceito ou contexto que possa desviar a temática
e forma do artigo.
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A lista de referências final somente deve incluir aqueles
títulos efetivamente citados no corpo do relato.
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A forma de citar os títulos varia segundo o tipo de obra
citada: novela, conto, artigo, texto lido da Internet, vídeo, etc.
A ordem geral da informação é a seguinte:
Sobrenome, Nome Do AUTOR. (Ano de publicação). Título.
Nome do editor, tradutor ou compilador. Edição consultada.
Volume consultado. Lugar de publicação. Nome do editorial.
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Seguem alguns exemplos de diferentes tipos de obra:
LIVRO DE APENAS UM AUTOR:
SIMENON, GEORGES. (1995). La amargura del condenado. Trad. de
Joaquín Jordá. Barcelona: Tusquets
LIVRO COM MAIS DE UM AUTOR:
MILLER, TOBY Y GEORGE YÚDICE. (2004). Política cultural.
Barcelona: Gedisa.
[Para livros com mais de três autores, são registrados os
nomes de todos os autores ou o nome do primeiro autor seguido de “e
outros” (et al.)]
LIVRO DE AUTOR DESCONHECIDO:
Poema del Mío Cid. (1983). Buenos Aires: Colihue.
LIVRO COM UM AUTOR E UM EDITOR:
CAMPBELL, GEORGE. (1988). The Philosophy of Rhetoric. Ed. Lloyd
F. Bitzer. Carbondale: Sothern Illinois UP.
LIVRO COMPILADO OU EDITADO POR UM OU VÁRIOS
AUTORES:
ESPINOSA, PATRICIA (COMP.). (2003). Territorios en fuga. Santiago:
Frasis.
HERLINGHAUS, HERMANN Y MONIKA WALTER (EDS.). (1994). Postmodernidad
en la periferia. Enfoques latinoamericanos de la nueva teoría
cultural. Berlín: Langer Verlag.
DOIS OU MAIS LIVROS DO MESMO AUTOR
CÁNOVAS, RODRIGO. (1997). Novela chilena, nuevas generaciones:
el abordaje de los huérfanos. Santiago: Universidad Católica
de Chile.
—. (2003). Sexualidad y cultura en la novela hispanoamericana: la
alegoría del prostíbulo. Santiago: Lom.
ARTIGO EM UMA COMPILAÇÃO:
BURKE, PETER. (1989). History as social memory. En Thomas Butler (ed.),
Memory, history, culture and the mind (pp. 97-113). Oxford: Blackwell.
CONTO OU POEMA EM UMA ANTOLOGÍA
Borges, Jorge Luis. (1990). Tlön, Uqbar, Orbis Tertius. En Oscar
Hahn (selecc.), Antología del cuento fantástico hispanoamericano
siglo XX. Santiago: Universitaria.
ARTIGO EM REVISTA ACADÊMICA
BICKFORD, LUIS. (2000). Human Rights archives and research on historical
memory: Argentina, Chile and Uruguay. Latin American Research Review
2: 160-82.
ARTIGO EM DIÁRIO
DOMÍNGUEZ, CHRISTOPHER. (2003). Un acto de reconocimiento: Roberto
Bolaño y literatura mexicana. Diario El Mercurio (Suplemento
Revista de Libros), 19 de julio, p. 5.
RESENHA, COMENTÁRIO OU CRÍTICA
MASSMANN, STEFANIE. (2003). Reseña de La máquina de
pensar de Borges. Taller de letras 33: 136-8.
INTRODUÇÃO, PREFÁCIO OU
PRÓLOGO
HANH, ÓSCAR. (1990). Introducción. Antología
del cuento fantástico hispanoamericano siglo XX. Santiago:
Universitaria.
TRADUÇÃO
DOSTOIEWSKY, FEODOR. (2001). Crimen y castigo. Trad. de Rafael
Cansinos Assens. Barcelona: Planeta.
TESIS OU DISSERTAÇÃO
SANFUENTES, OLAYA. (2003). Las primeras imágenes del caníbal
americano. Tesis para optar al grado de Doctor en Historia, Universidad
Católica de Chile.
PROGRAMA DE TELEVISÃO OU RÁDIO
SAVATER, FERNANDO. (1995). Entrevista a Fernando Savater. La belleza
de pensar. Director, Francisco Vargas. Conductor, Cristián
Warnken. Canal ARTV. Santiago: VHS.
RECURSO ELETRÔNICO
DÍAZ GAJARDO, VÍCTOR. (2002). Fragmentación cultural
y memoria histórica. Obtenido el 6 de mayo desde <http://www.naya.org.ar/congreso2002/ponencias/victor_diaz.htm>
UMA PÁGINA WEB
UNIVERSIDAD NACIONAL DE QUILMES. (2004). Sitio web de bibliotecas.
Consultado el 23 de agosto desde <http://biblio.unq.edu.ar> |
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